Mulher que matou adolescente com machadadas por ciúmes vai a júri popular em MS

Crime aconteceu em janeiro de 2020 e chocou a cidade pelo requinte de crueldade
| 11/07/2022
- 16:54
Mulher que matou adolescente com machadadas por ciúmes vai a júri popular em MS
(Foto: Chapadense News)

Tayara Caroline Silva, acusada do assassinato de Ingrid Lopes Ribeiro, de 13 anos, está sendo julgada nesta segunda-feira (11), na 1ª Vara da Comarca de Chapadão do Sul. O crime aconteceu em janeiro de 2020 e chocou a cidade pelo requinte de crueldade.

Segundo o site o Chapadense News, o Tribunal do está sendo presidido pelo juiz titular da 1ª Vara da Comarca de Chapadão do Sul, Dr. Sílvio Prado. A acusação de parte do Ministério Público é feita pelo promotor Dr Matheus Cartapatti. Outros dois advogados integram o Júri.

A ré vai a julgamento dois anos após o crime. Ela havia ganhado liberdade porque estava grávida, mas sua preventiva foi pedida pelo Ministério Público. Tayara está sendo julgada pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

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O caso

Ingrid foi morta com golpes de machado na cabeça. O corpo da adolescente foi enterrado nos fundos casa onde morava a acusada. Um menor ainda teria ajudado a esfaquear a menina

Segundo investigações da Polícia Civil o crime foi motivado por ciúmes de Tayara, já que Ingrid estaria se relacionando com o ex-namorado dela. Ela então planejou a emboscada para matar a adolescente, atraída até a casa e morta a golpes de machadinha e faca.

Mais de um ano após o crime, em março de 2021 Tayara foi presa por policiais civis de Cassilândia, através do SIG (Setor de Investigações Gerais). Ela chegava de Paranaíba de carona com um caminhoneiro.

Em depoimento, o adolescente que ajudou no crime contou que Tayara foi responsável pelos golpes de machadinha na cabeça de Ingrid e ele usou uma faca. O corpo foi deixado na casa por aproximadamente quatro dias.

A voltou ao local e enterrou Ingrid numa vala rasa. Uma denúncia anônima levou os policiais até a casa onde estava o corpo envolto num lençol. Sobre o buraco foi colocada uma “carriola” para dificultar a escavação.

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