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Polícia

MS apreendeu 5 vezes mais cocaína no início de 2022 que no mesmo período do ano passado

Apreensões totais de drogas tiveram redução
Renata Portela -
Apreensões de cocaína aumentaram em 2022 (Foto: Leonardo de França, Midiamax)

Mato Grosso do Sul teve, entre 1º de janeiro e 11 de abril de 2022, um total de 3,6 toneladas de cocaína apreendidas pelas polícias Civil e Militar, número 6 vezes maior em relação ao mesmo período de 2021. Só nas cidades do interior, a variação entre os anos aumentou 921%.

Conforme os dados da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), que compreendem apreensões da Polícia Civil e Polícia Militar, em foram apreendidos 1.450,5 quilos de cocaína em 2022. Já em 2021, o número foi de 382,1 quilos. No interior, o aumento é ainda maior.

Enquanto em 2021 foram 211,5 quilos de cocaína apreendidos, em 2022 foram 2.159,6 quilos. Ao todo, no Estado, houve um aumento de 508%. Outras apreensões de droga, no entanto, tiveram queda. Enquanto nos primeiros meses de 2021 foram apreendidos 143.249,9 quilos de maconha em MS, em 2022 foram 93.967,8 quilos.

Já as apreensões de pasta base e de skank subiram, enquanto de crack, e maconha tiveram diminuição. No total, foram 146.599,2 quilos de droga apreendidos de 1º de janeiro a 11 de abril de 2021. Já em 2022, foram apreendidos 99.819,4 quilos. Em Campo Grande, as apreensões tiveram aumento de 354%, de 2.703,2 quilos para 12.264,7.

Enquanto isso, no interior houve uma queda de 39%, de 143.896,0 para 87.554,7. Os números de ocorrências relacionados ao tráfico de drogas também tiveram queda, tanto na Capital, quanto no interior. Nos primeiros meses de 2021, foram 298 ocorrências em Campo Grande e 895 no interior, enquanto em 2022 foram 232 na Capital e 723 nos outros municípios. Ao todo, houve uma queda de 20% nesse tipo de ocorrência em todo o Estado.

Cocaína apreendida

Cocaína apreendida pela PF
Droga apreendida pela Polícia Federal (Divulgação)

No dia 8 de fevereiro, homem de 39 anos foi preso em Campo Grande com 153 quilos de pasta base de cocaína. A prisão foi feita pela Polícia Federal, por isso os dados não entram no quantitativo da Sejusp. Na ocasião, o homem transportou a carga no caminhão, de até a Capital, onde entregaria.

Um mês depois, no dia 8 de março, outro caminhoneiro foi preso em flagrante, desta vez pelo Dracco (Departamento de Repressão à e ao Crime Organizado). Ele transportava 483,60 quilos de cocaína em caixas de cerveja, droga avaliada em mais de R$ 11 milhões e que possivelmente chegaria até a Europa.

No dia 20 de março, outra grande apreensão aconteceu em Campo Grande. Piloto de 59 anos foi preso quando passava no espaço aéreo da cidade, em uma aeronave particular carregada com fardos de cocaína. Foram apreendidos 465 quilos da droga, avaliada em mais de R$ 11 milhões.

Em 23 de março, um rapaz de 20 anos, além de outros três homens de 35, 38 e 39 anos, foram presos com 88,4 quilos de cocaína na Capital. Eles transportavam a droga em um ‘mocó’ no caminhão, serviço arquitetado e feito por serralheiros. A apreensão foi feita em conjunto entre a (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico) e a PRF (Polícia Rodoviária Federal).

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