A PMA (Polícia Militar Ambiental) de Aparecida do Taboado autuou uma empresa catarinense em R$ 31,5 mil por causa de uma carga de 62,5 m³ de madeira ilegal apreendida pela PRF, com quase o dobro de excesso à documentação

Os policiais ambientais de Aparecida do Taboado foram acionados pela Polícia Civil de Paranaíba, em razão de uma apreensão de madeira realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) do posto da BR-158 em Paranaíba, de um caminhão tractor, marca Scania, com uma carreta bitrem acoplada, carregada de madeira nativa serrada, sendo transportada ilegalmente.

A polícia verificou que o veículo, que fazia o percurso entre Marcelândia (MT) e que foi carregado para a cidade de Joinville (SC), transportava madeira em excesso ao que constava na nota fiscal e na documentação ambiental.
Os agentes cubaram a madeira que perfez 62 m³ de madeira serrada e o Documento de Origem Florestal (DOF) constava apenas 35 m³, havendo excesso de 35 m³, ou seja, quantidade quase o dobro maior do que o previsto na documentação ambiental.

O veículo e a madeira foram apreendidos pela PRF, que confeccionou um Termo Circunstanciado da Ocorrência . Os responsáveis pela transportadora também responderão por crime ambiental e poderão pegar pena de seis meses a um ano de detenção. A multa confeccionada pela equipe da Polícia Militar Ambiental contra a empresa no valor de R$ R$ 31.510,00 será julgada pelo órgão ambiental estadual.

De acordo com a polícia, ess tipo de transporte de madeira em excesso é realizado pelos criminosos, em razão de que, quando se passa com excesso de madeira relativamente ao apresentado na documentação ambiental, o crédito em excesso não é dado baixa no sistema do IBAMA e, dessa forma, fica-se com a quantidade para se poder transportar madeira ilegal. Infelizmente, este tipo de crime é comum. Imagine-se que só os 27 m³ de madeira em excesso desta carga, encheria quase uma carreta comum de transporte de madeira ilegal.