“Há notícias de que seus benefícios sociais foram sacados e que todos seus bens e seus documentos continuam em sua casa”, informou a defensora, que recebeu uma solicitação de ajuda, via WhatsApp, do movimento de mulheres da RID (Reserva Indígena de Dourados).

Segundo relato dos familiares de Jayne, ela teria deixado o local na companhia de um homem, que seria morador da Reserva Lagoa Rica. Diversas ligações já foram feitas para o celular da jovem, mas nenhuma delas foi atendida.

Conforme o boletim de ocorrência registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), Jayne Martins vestia saia e uma jaqueta preta. Quem tiver informações sobre o paradeiro da jovem, pode entrar em contato com o SIG (Setor de Investigação Geral) pelo telefone 3411-8080.

A reportagem do Midiamax apurou que o movimento de mulheres das aldeias montou grupo de voluntários e desde a tarde desta terça-feira (7) intensificam as buscas em algumas matas que ficam próximas à Reserva Indígena. Elas receberam informações de que Jayne foi assassinada.

“Hoje estaremos na divisa entre a aldeia e propriedade do Tonani, naquela matinha que existe ali. Recebemos informações de que o corpo da Jayne pode estar naquela região”, diz um áudio divulgado por uma das mulheres que coordena o grupo de busca entre os moradores e que conta com o apoio dos agentes do SIG.