Polícia

Mais um: jovem com arma de brinquedo invade escola de MS e causa pânico

Na semana passada, aluno com simulacro e ameaça de ataque assustou duas escolas do Estado

Fábio Oruê Publicado em 08/10/2021, às 16h40

Jovem descartou o simulacro quando entrou na escola para fugir
Jovem descartou o simulacro quando entrou na escola para fugir - Foto: Rádio Caçula

Um jovem causou pânico em uma escola pública, em Três Lagoas, ao invadir o local com uma arma de brinquedo, na manhã desta sexta-feira (8). A Polícia Militar foi acionada e fez uma varredura no local, encontrando o simulacro, mas o jovem responsável pela arma não foi localizado.

Segundo informações da Rádio Caçula, pessoas que passavam pelo local viram o jovem, aparentemente armado, em frente da escola Parque São Carlos conversando junto com outras pessoas. Após isso, a PM foi acionada até o local.

Quando chegaram à escola, os policiais abordaram os garotos que estavam na unidade e foram informados que o jovem que estaria armado havia entrado nas dependências da instituição de ensino. 

Os militares, então, realizaram uma varredura para tentar localizar o jovem, mas não encontraram o aluno. A arma, no entanto, foi localizada ao lado do portão da unidade escolar. Os militares comprovaram que se tratava de um simulacro, uma arma de brinquedo semelhante à original.

A direção da escola disse estar analisando as imagens das câmeras de segurança da unidade e tomando as medidas administrativas necessárias para auxiliar as investigações.

Jovens estavam conversando em frente à escola. (Foto: Rádio Caçula)

Outros casos

Segundo os policiais, em primeiro momento não houve configuração de crime, já que o jovem não teria utilizado a arma para fazer ameaças. Diferentemente do que aconteceu na Escola Hércules Maymone, em Campo Grande, onde um aluno entrou na escola com um simulacro e fez ameaças aos colegas

Outro caso envolvendo uma escola foi registrado em uma unidade de educação em Coxim, também na semana passada. Um áudio divulgado por um aluno ameaçava alunos e professores e prometia um massacre no local, em outubro

Jornal Midiamax