reso em flagrante no dia 23 de dezembro, na região de Dourados, a 225 quilômetros de . Também permanece preso o comparsa, Marllus Resende Ferreira.

A defesa do policial militar tentou ainda justificar a fuga, que resultou em perseguição pela (Polícia Rodoviária Federal) antes da prisão. No pedido de liberdade, o advogado afirma que Anderson parou a Fiat Toro que dirigia ao ser abordado no posto da PRF de Caarapó e entregou os documentos.

Ainda segundo a defesa, o agente que fez a abordagem teria se afastado, momento em que Marllus, que estaria deitado no banco de trás disse para o amigo que tinha droga escondida na camionete. “Se assustou e entrou em desespero”, alega o advogado sobre a conduta do policial militar.

O militar iniciou fuga e houve perseguição, resultando nas prisões em flagrante após aproximadamente 40 quilômetros. O advogado do PM relata que ele teria sido convidado para viajar com Marllus, já que este não tinha CNH, para fazer uma viagem até Ponta Porã. No município de fronteira, Marllus teria saído com a camionete e o militar alega que não sabia do tráfico.

Os dois acusados passaram por audiência de custódia e tiveram prisão preventiva decretada. Anderson permanece detido no Presídio Militar em Campo Grande.

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