Duas irmãs passaram cerca de 11 anos sendo estupradas sistematicamente pelo avôdrasto que nesta quarta-feira (10) pediu revisão de sua sentença condenatória de 40 anos de reclusão pelos crimes, sendo negada pela maioria dos magistrados da 1º Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Campo Grande.

As irmãs em depoimento contaram que começaram a serem estupradas ainda quando crianças, por volta dos 6 anos, sendo que os abusos se intensificaram quando a família mudou para Campo Grande. O acusado era marido da avó das meninas, com que foi casado por cerca de 16 anos.

Uma das vítimas disse que os abusos começaram quando ela tinha 6 anos e perduraram até os seus 17 anos, sendo que logo após a primeira menstruação, o avôdrasto passou a cuidar seu clico menstrual para que ela não engravidasse. O homem manteve conjunção carnal com as meninas por aproximadamente 11anos.

A outra vítima chegou a relatar que em um dos episódios de estupro, ela estava dormindo quando foi retirada da cama pelo homem que passou a abusá-la, mas sem conseguir a conjunção carnal. O pedreiro que foi preso tentou uma revisão criminal, que foi negada pela maioria dos magistrados. Ele foi condenado a 40 anos de prisão pelo crime.