Polícia não descarta que corpo de servidora tenha sido jogado em rio

Depois do sumiço da servidora Nathalia Alves Corrêa Baptista, de 27 anos, ocorrido em Porto Murtinho, a 454 quilômetros da Capital, a polícia não descarta que seu corpo tenha sido jogado no rio Paraguai. No último sábado (24), uma mulher de 33 anos, amante do gerente suspeito do desaparecimento da servidora, foi presa em Campo […]
| 28/08/2019
- 12:22
Polícia não descarta que corpo de servidora tenha sido jogado em rio

Depois do sumiço da servidora Nathalia Alves Corrêa Baptista, de 27 anos, ocorrido em Porto Murtinho, a 454 quilômetros da Capital, a polícia não descarta que seu corpo tenha sido jogado no rio Paraguai. No último sábado (24), uma mulher de 33 anos, amante do gerente suspeito do da servidora, foi presa em Campo Grande.

Segundo o delegado João Cleber, a mulher em depoimento só deu respostas evasivas e não soube explicar as mensagens trocadas com o gerente no dia do desaparecimento de Nathalia. Ela também teria mentido sobre o celular fornecendo um outro aparelho a polícia.

Quando identificado que ela teria entregado o aparelho errado, ela teria dito que perdeu o celular não sabendo onde estava. O gerente que está preso também não soube explicar sobre as trocas de mensagens entre os dois. Eles negam qualquer relação com o desaparecimento de Nathalia.

A polícia não descarta que o corpo da servidora tenha sido jogado dentro do Rio Paraguai. A relação entre os presos foi descoberta através da quebra do sigilo telefônico de Nathalia, onde foi possível ligá-la ao gerente, a última pessoa a manter contato com a vítima. “A partir da quebra do sigilo telefônico dele, notamos comunicação suspeita com a amante. A frequência de contato entre eles ficou muito grande logo depois que o desaparecimento da vítima foi registrado”, explicou.

Além disso, o fato de os celulares dos dois investigados não terem sido localizados aumenta ainda mais a suspeita. “A probabilidade é de que estão tentando ocultar provas de um possível crime. Trabalhamos com a linha de que Nathalia pode ter sido morta e não é descartado que os dois investigados tiveram alguma participação”, afirmou.

Conforme as informações do boletim de ocorrência registrado no dia 21 de julho, a família informou que Nathália morava sozinha e estava com sintomas de depressão. Câmera de segurança de um comércio registrou imagens de Nathalia no dia 15 de julho, por volta das 23h, data do desaparecimento. Uma testemunha ouvida na delegacia de polícia informou que teria visto a jovem no dia 18, conduzindo um carro no Centro de Porto Murtinho.

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