Polícia

Justiça solta sargento preso com arma em operação contra corrupção na PMMS

Foi convertida em liberdade provisória a prisão em flagrante do sargento Gilmar Taveira Pio. Ele foi preso nessa quinta-feira (26), em Sidrolândia, durante operação Ave Maria, deflagrada pela Corregedoria da Polícia Militar. Atualmente ele está lotado na 8ª Companhia Independente da Polícia Militar de Sidrolândia, cidade distante a 70 quilômetros de Campo Grande. O sargento […]

Mariana Rodrigues Publicado em 27/09/2019, às 12h15 - Atualizado às 12h56

(Henrique Arakaki, Midiamax)
(Henrique Arakaki, Midiamax) - (Henrique Arakaki, Midiamax)

Foi convertida em liberdade provisória a prisão em flagrante do sargento Gilmar Taveira Pio. Ele foi preso nessa quinta-feira (26), em Sidrolândia, durante operação Ave Maria, deflagrada pela Corregedoria da Polícia Militar. Atualmente ele está lotado na 8ª Companhia Independente da Polícia Militar de Sidrolândia, cidade distante a 70 quilômetros de Campo Grande.

O sargento passou por audiência de custódia na manhã desta sexta-feira (27). Em seu depoimento ele contou que por volta das 6h da manhã de quinta-feira, recebeu uma ligação pedindo para comparecer a sede da Companhia com a chave de seu armário.

Chegando lá, policiais da Corregedoria da Polícia Militar fizeram buscas em seu armário e o liberaram, já que não tinham encontrado nada de errado, conforme consta em seu depoimento. Quando chegou na sala de seção administrativa, foi questionado se uma arma de fogo calibre 38 que estava lá era dele.

Ele confirmou que a arma seria sua e que teria comprado de um idoso que morava perto de Nioaque, na área rural, porém já era falecido. Ele contou ainda que a arma foi adquirida para ficar na casa de sua sogra que mora na área rural, em um assentamento. Ele havia levado a arma para casa há seis anos, pois morava em um bairro violento em Sidrolândia.

Ele disse ainda que deixava a arma em casa pois sua esposa ficava sozinha e tinha receio de que acontecesse alguma coisa com ela. Há 15 dias ele tinha levado essa arma para o quartel em que está lotado, pois sua esposa estava com depressão.

Conforme seu depoimento, ele disse que levaria a arma novamente para a casa da sogra, porém não teve tempo. A arma não possuía registro, além da arma havia munições, que ele não soube precisar a quantidade. Ele recebeu voz de prisão e o armamento foi recolhido e entregue à unidade.

Durante audiência de custódia realizada nesta manhã, a justiça converteu o flagrante em liberdade provisória.

Jornal Midiamax