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Polícia

Justiça Federal condena novamente Jarvis Pavão e sentenças já somam 23 anos

A 7ª Vara Federal de Porto Alegre (RS) condenou o narcotraficante Jarvis Gimenes Pavão a 13 anos e 6 meses de reclusão. O julgamento foi realizado na semana passada e teve a conclusão divulgada pelo MPF (Ministério Público Federal). A condenação é resultado de denuncia no âmbito da Operação Suçuarana, feito pelo Ministério Público Federal […]
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A 7ª Vara Federal de (RS) condenou o narcotraficante Jarvis Gimenes Pavão a 13 anos e 6 meses de reclusão. O julgamento foi realizado na semana passada e teve a conclusão divulgada pelo MPF (Ministério Público Federal). A condenação é resultado de denuncia no âmbito da Operação Suçuarana, feito pelo Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul há 4 anos.

Em maio deste ano, Pavão, que está preso em Mossoró, no Rio Grande do Norte, foi condenado a 10 anos, 9 meses e 15 dias de prisão em regime fechado, pela 5º Vara Federal de Caxias do Sul. A condenação foi resultado da Operação Coroa, deflagrada em agosto de 2017, para desarticular grupo criminoso responsável pela distribuição de drogas no Rio Grande do Sul e no Mato Grosso do Sul.

Somando-se as duas condenações, o narcotraficante deve cumprir 23 anos de prisão. Pavão também é suspeito de envolvimento com o atentado que matou Jorge Raafat Toumani, supostamente na guerra para controlar a região de fronteira entre Mato Grosso do Sul e Paraguai.

Operação Suçuarana

De acordo com o MPF, na ocasião da denúncia, Pavão estava preso no Paraguai, aguardando sua extradição para o Brasil e, por isso, acabou sendo julgado em separado dos demais denunciados pela Operação Suçuarana. Onze pessoas que participavam da organização criminosa denunciada na Operação Suçuarana foram condenadas.

Consta que Pavão, atuava na fronteira entre Pedro Juan Caballero (Paraguai) e (MS), coordenava um esquema responsável por trazer cocaína da Bolívia, estocá-la em fazendas no Paraguai e vendê-la para narcotraficantes no Brasil.

Pavão foi extraditado para o Brasil em dezembro de 2017. Ele cumpre pena no presídio federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, e não poderá apelar da decisão em liberdade.

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