Biden diz que Rússia sofrerá 'a maior sanção econômica da história'

Para Biden, Putin 'escolheu a guerra e sofrerá as consequências'
| 24/02/2022
- 20:13
Joe Biden
Joe Biden, presidente dos EUA - Divulgação

O presidente dos , Joe Biden, fez seu primeiro pronunciamento sobre a invasão da Rússia na Ucrânia, direto da Casa Branca. Biden disse que Vladimir Putin ''escolheu a guerra'' ao invadir o território da Ucrânia. O presidente americano afirmou “a maior sanção econômica da história” contra a Rússia.

O democrata disse que o ataque contra a Ucrânia “não foi provocado” e que foi “premeditado por Putin”, não descartando aplicar sanções diretamente contra o presidente russo no futuro. “Putin é o agressor. Putin escolheu esta guerra. E agora ele e seu país arcarão com as consequências”, disse Biden.

"Estou autorizando sanções mais fortes e novos limites sobre o que será exportado para a Rússia, maximizando os impactos em longo prazo", detalhou ele.

Nesta quinta-feira (24) Biden afirmou que conversou com líderes do G7 e que todos estão ''alinhados''. Esta manhã, me encontrei com meus colegas do G7 para discutir o ataque injustificado do presidente Putin à Ucrânia e concordamos em avançar com pacotes devastadores de sanções e outras medidas econômicas para responsabilizar a Rússia. Estamos com o bravo povo da Ucrânia”, afirmou Biden nas redes sociais. Além disso, ele acrescentou que Putin atacou os princípios da paz mundial e haverá consequências.

O presidente americano reforçou o ataque premeditado: “Putin é o agressor e quem começou a guerra”, afirmou, acrescentando que “nunca foi uma questão de se defender”, disse. “Hoje, estou autorizando sanções fortes e novos limites sobre o que pode ser exportado para a Rússia, com custos fortes à Rússia agora e ao longo do tempo”, acrescentou.

O democrata concluiu dizendo: "O mundo inteiro está vendo claramente quem é Putin e o que ele quer" e deixou claro que os Estados Unidos vão “defender seus aliados com todas as suas forças”. “A Otan está mais unida do que nunca. Não há dúvidas de que os Estados Unidos e a Otan vão cumprir com seus compromissos (...) Um ataque a um de nós é um ataque a todos nós”, reforçou.

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