Duas agências contestam licitação de publicidade da Prefeitura de Campo Grande

Duas agências de publicidade recorreram nesta quarta-feira (20) da pontuação divulgada no último dia 11 de julho no Diário Oficial de Campo Grande sobre o resultado da concorrência de contratos de publicidade com a Prefeitura. Segundo a assessoria de comunicação, a licitação está em novo prazo recursal, passando a vigorar a partir de amanhã. “Depois, […]
| 21/08/2014
- 18:27
Duas agências contestam licitação de publicidade da Prefeitura de Campo Grande

Duas agências de publicidade recorreram nesta quarta-feira (20) da pontuação divulgada no último dia 11 de julho no Diário Oficial de Campo Grande sobre o resultado da concorrência de contratos de publicidade com a Prefeitura.

Segundo a assessoria de comunicação, a licitação está em novo prazo recursal, passando a vigorar a partir de amanhã. “Depois, a PMCG (Cecom) terá mais cinco dias úteis para responder. Isto deve dar duas semanas, em razão dos fins de semana e do feriado prolongado”, afirmou a assessoria.

Desde fevereiro a prefeitura realiza a seleção de nove agências de publicidade para campanhas e divulgação do s trabalhos da administração municipal. Ao todo, 35 agências disputaram a concorrência e nove foram selecionadas.

A prefeitura vai investir R$ 12,8 milhões na contratação das empresas. As agências classificadas foram a RPS Publicidade e Propaganda, Remat Marketing & Propaganda, Slogan Publicidade, Art Traço Publicidade, Ramal Propaganda, Compet Marketing & Comunicação Ldta. EPP, Bartz Comunicação Integrada, BW &3 Propaganda e ZN Publicidade.

Das nove agências, somente a ZN Publicidade não presta os mesmos serviços ao governo de Mato Grosso do Sul. Mesmo com a sétima nota mais alta das propostas, a agência Think foi desclassificada.
Segundo publicação do edital, a modalidade de concorrência é do tipo “técnica e preço”, ou seja, não venceu necessariamente a empresa que ofereceu o menor valor.

As agências deveriam ter apresentado as exigências técnicas especificadas no edital, tais como a “prestação de serviços nos setores de publicidade e propaganda para executar um conjunto de atividades realizadas integradamente que tenham por objetivo o estudo, o planejamento, a conceituação, a concepção, a criação, a execução interna, a intermediação e a supervisão da execução externa e a distribuição e veiculação de publicidade aos veículos e demais meios de divulgação”.

A Prefeitura exigiu como serviços complementares os “serviços especializados pertinentes ao planejamento e à execução de pesquisas e de outros instrumentos de avaliação e de geração de conhecimento sobre o mercado, o público-alvo, os meios de divulgação nos quais serão difundidas as peças e ações publicitárias ou sobre os resultados das campanhas realizadas; à produção e à execução técnica das peças e projetos publicitários criados; à criação e ao desenvolvimento de formas inovadoras de comunicação publicitária, em consonância com novas tecnologias, visando à expansão dos efeitos das mensagens e das ações publicitárias no assessoramento e apoio no desenvolvimento e execução em ações de comunicação”.

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