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Em pouco mais de um mês, Campo Grande registra segundo caso de cadáver amarrado

Duas mortes ainda são mistério para a polícia de Campo Grande. Em duas circunstâncias foram encontrados corpos amarrados com as mãos para trás. O primeiro foi de um homem encontrado preso á uma cerca, no mês de agosto e na manhã dessa segunda-feira, 17, uma mulher foi encontrada morta no bairro Itamaracá. No primeiro caso, […]

Arquivo Publicado em 17/09/2012, às 19h41

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Duas mortes ainda são mistério para a polícia de Campo Grande. Em duas circunstâncias foram encontrados corpos amarrados com as mãos para trás. O primeiro foi de um homem encontrado preso á uma cerca, no mês de agosto e na manhã dessa segunda-feira, 17, uma mulher foi encontrada morta no bairro Itamaracá.

No primeiro caso, foi encontrado no dia 13 de agosto o corpo de um homem amarrado numa cerca à beira de uma estrada que dá acesso a usina termoelétrica Willian Arjona e também a assentamentos rurais. Ele apresentava sinais de tortura, com queimaduras e estava só de cueca. Pela circunstância do achado, a polícia acredita que quem praticou o crime queria ‘exibir’o feito.

O exame para verificar impressões digitais não conseguiu mapeá-lo no sistema da polícia. Além disso, ninguém reclamou pelo homem e isto pode significar que ele seja de outro estado. Não foi descartada a hipótese de que tenha sido vítima de alguma facção criminosa. O caso está sendo investigado pela 6ª DP.

Na manhã dessa segunda o corpo de uma mulher foi encontrado por um rapaz que passava pelo local e ligou para a polícia. O cadáver estava amarrado com as mãos e os pés amarrados e foi atingido nas costas e na região do ouvido.

A mulher foi morta com tiros de calibre 9 milímetros, uma arma restrita de uso das Forças Armadas. O corpo da mulher, que aparenta traço indígena, estava vestido de camisa azul claro, calça jeans e chinelos. O caso está sob a investigação da Delegacia Especializada de Homicídios.

Outro crime que ainda é mistério para a polícia é do achado de cadáver masculino que aparenta ser de um travesti devido aos traços femininos. O achado foi no dia 7 de agosto, em uma estrada vicinal, na saída para Três Lagoas, em Campo Grande. Devido ao avançado estado de decomposição não foi possível fazer a identificação pelas impressões digitais. Ao que tudo indica, o homem foi morto no começo de julho. O caso está sob a investigação da 4ª DP. (Notícia editada para correção de informação).





Jornal Midiamax