Cotidiano / Economia

Empresários vão à prefeitura para pedir volta de eventos em Dourados

Uma manifestação organizada por empresários de Dourado pede a volta dos eventos na cidade. Em virtude pandemia do coronavírus, eles reclamam que  estão sem realizar nenhuma atividade há mais de 150 dias e que o setor já está no limite dos impactos sofridos. Para tentar sensibilizar a prefeita Délia Razuk (PTB) eles elaboram uma projeto de […]

Marcos Morandi Publicado em 25/08/2020, às 07h32

Concentração da carreata acontece agora. (Foto: Redes sociais).
Concentração da carreata acontece agora. (Foto: Redes sociais). - Concentração da carreata acontece agora. (Foto: Redes sociais).

Uma manifestação organizada por empresários de Dourado pede a volta dos eventos na cidade. Em virtude pandemia do coronavírus, eles reclamam que  estão sem realizar nenhuma atividade há mais de 150 dias e que o setor já está no limite dos impactos sofridos.

Para tentar sensibilizar a prefeita Délia Razuk (PTB) eles elaboram uma projeto de biossegurança e protocolos  sanitários que será entregue logo mais, após carreta que percorre o centro da cidade nesta terça-feira (25) e será encerrada na sede da Prefeitura.

No documento que será entregue à prefeitura, 79 empresários do setor explicam que o objetivo é adotar medidas e ações de prevenção com a intenção de garantir a viabilidade na abertura de eventos sociais em Dourados.

“O cumprimento rigoroso de protocolos de segurança e higiene são o norte que necessitamos seguir para garantir uma travessia segura e evitando retrocessos, em virtude da pandemia do coronavírus”, diz um trecho da proposta.

Segundo os empresários, os eventos são a única fonte do setor, que também gera movimentação na economia do município e envolve, direta e indiretamente, milhares de empregos. “Queremos mostrar que existimos e precisamos de um posicionamento das autoridades”, Recciere Júnir Zanchetta, um dos coordenadores do movimento

Segundo levantamentos preliminares, somente em Dourados existem mais de 150 empresas que estão envolvidas no setor de eventos, que inclui desde de salões de festas, hotéis, agencias de viagens, coquetelarias, audiovisual, decoração e floriculturas, entre outras.

“Somos conscientes da gravidade dessa doença, mas por outro lado, precisamos que esse setor esteja na pauta das medidas de flexibilização que já estão sendo adotadas na cidade”, pondera Recciere.

Amarildo Ricci que também está à frente do movimento pela volta dos eventos e foi um dos responsáveis pela elaboração do Plano de Biossegurança que será entregue à prefeita e ao Comitê de Gerenciamento de Crise do Coronavírus, esse retorno precisa ser cercado de todos cuidados necessários, e deve acontecer  de forma gradual.

Jornal Midiamax