Em uma ação integrada realizada em , cidade localizada a 366 km de Campo Grande, os comerciantes e acadêmicos receberam orientações do Procon/MS (Secretaria-Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor) e do Procon Naviraí.

No comércio, foram abordadas 150 pessoas. E nos de Administração e Pedagogia da (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) cerca de 70 acadêmicos receberam orientações.

Para o secretário-executivo do Procon/MS, Antonio José Angelo Motti, esse é um esforço para reduzir o número de nos canais de atendimento, mediante mudança de cultura pautada pela prevenção e respeito aos direitos consumeristas.

A diretora do Procon Naviraí, Janaína Padilha, ressalta que ações conjuntas fortalecem a atuação local, além de promover acesso à informação qualificada sobre direitos e deveres aplicados a consumidores e fornecedores.

No comércio

Gerente de uma loja multimarcas, Edna Maria Vieira Teodoro de Paula, 55 anos, considera que a orientação realizada pelos Procons agrega segurança a quem atua no comércio local. “Vamos saber como agir com o cliente e nos estimula a buscar mais conhecimento”.

O vendedor Bruno Vilhar, 27 anos, destaca que a ação esclarece que a defesa do consumidor tende a buscar o equilíbrio na relação entre quem compra e vende, enquanto o empresário do segmento moveleiro Valmiro Marques, 37 anos, diz que “os Procons precisam ser vistos como aliados”.

Na universidade

Acadêmico do segundo semestre de Administração, Márcio Filho, 19 anos, relembra que ter o conhecimento assegura que seus direitos sejam respeitados. “Garanto que ninguém gosta de ser passado para trás. Ter essas noções de direitos do consumidor ajuda a se garantir e evita que as empresas se aproveitem da desinformação”.

Tal posicionamento segue a premissa do professor Agnaldo Antônio dos Santos, 51 anos, de que o ambiente acadêmico possibilita a harmonização de relações e parcerias. Tanto que a empresária Isa Monteiro, 40 anos, se programou para estar na palestra dos Procons, com os estudantes.

“Acho fundamental essa aproximação porque além de consumidores, muito provavelmente, os acadêmicos venham a se tornar fornecedores ou atuar em soluções voltadas ao mercado”, diz a empresária, que se animou com o posicionamento dos Procons em ampliar as ações voltadas à orientação e formação de consumidores mais conscientes.