Boletim epidemiológico da , publicado nesta terça-feira (16), trouxe uma queda nos óbitos em Mato Grosso do Sul. No último documento, divulgado na semana passada, o Estado acumulou 5 mortes, que baixaram para 3 no boletim atual.

Os óbitos registrados nesta semana foram de pacientes com alguma doença pré-existente. As vítimas são:

  • Uma mulher de 83 anos que morreu em no dia 9 de maio. Ela tinha Doença renal crônica, doenças Cardiovascular e Neurológica e Pneumopatia Crônica.
  • Em uma idosa de 99 anos também morreu em decorrência da Covid-19, em 10 de maio. Ela tinha doença cardiovascular crônica.
  • A terceira vítima é um homem de 53 anos, de Três Lagoas, que era imunossuprimido e morreu em 6 de maio.

Entretanto, apesar da baixa, os números continuam em alta, se comparados a semanas anteriores. Nas semanas epidemiológicas 16 e 17 o Estado registrou apenas 1 morte em cada. Depois, teve um pico de 5 óbitos e novamente baixou para três nesta semana.

Casos confirmados de Covid-19

O número de casos confirmados também estão apresentando queda nas últimas semanas. De 266 registros, passou para 167 e, agora, está em 84 por ocorrência. Em MS, na última semana, foram registrados +174.

O Estado acumula, desde o começo da pandemia, 612.191 casos confirmados e 11.044 óbitos pela covid-19.

Não é mais pandemia

Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta sexta-feira (5) o fim da pandemia do coronavírus no planeta. O alerta havia sido decretado pela entidade em janeiro de 2020, quando o número de casos e mortes começou a explodir na China.

“É com grande esperança que declaramos que a covid-19 não é mais uma emergência global”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom.

Nos últimos três anos, a doença causada pelo vírus Sars-CoV-2 provocou mais de 764 milhões de casos e 20 milhões de infecções – especialistas apontam ainda que a quantidade está bastante subnotificada. O Brasil foi um dos países mais afetados pela nova doença.

A alteração do status foi possível graças ao avanço da vacinação. O desenvolvimento do imunizante, fruto de um esforço científico global sem precedentes, ocorreu em tempo recorde. As primeiras doses começaram a ser dadas em dezembro de 2020 – no Brasil, a aplicação começou só no mês seguinte.

Embora a emergência planetária tenha acabado, alerta Adhanom, o surgimento de novas variantes ainda é uma preocupação.