Sesau reforça atendimento em postos após aumento de 250% de doenças respiratórias

| 02/05/2022
- 10:19
Sesau reforça atendimento em postos após aumento de 250% de doenças respiratórias
UPA Coronel Antonino. (Foto: Arquivo/Midiamax)

O secretário da Sesau (Secretaria Municipal de ), José Mauro Filho, informou nesta segunda-feira (2) que reforçou o atendimento em unidades de saúde de Campo Grande para prevenir o aumento de casos de doenças respiratórias em crianças causada por vírus não identificado, que fez a busca por consultas dispararem em 250% na Capital.

Em abril deste ano, a demanda para tratamento infantil em crianças, por vírus não identificado, saltou em comparação ao mesmo período do ano passado. Vários moradores têm reclamado da lotação em UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) e CRSs (Centros Regionais de Saúde), entretanto, a atual escala de pediatras não estava conseguindo atender o número de pacientes. Portanto, o reforço é de mais de 80 profissionais.

O secretário ressalta que a determinada inflamação não é registrada como Covid-19 ou Influenza. Ainda assim, alerta os pais para a importância da vacinação no infantil, principalmente pela proximidade com o inverno, período em que aumenta os registros dos casos de doenças respiratórias.

Vacinação em crianças

Vinte dois dias de campanha em andamento e Mato Grosso do Sul não atingiu nem 10% dos vacinados contra gripe. Inicialmente para idosos e trabalhadores da saúde, a vacinação é agora para crianças, desde o dia 26 de abril. A estratégia, antecipando o dia D, foi oferecer até algodão-doce, pipoca e colocar carros de som na frente de unidades de saúde para atrair os pais e responsáveis e assim imunizarem o público-alvo.

A baixa adesão do grupo prioritário na vacinação contra a influenza obrigou a SES (Secretaria de Estado de Saúde) a lançar estratégias para chamar atenção dos moradores quanto à imunização. Para se ter uma ideia, o Dia D estava previsto apenas para o dia 30 de abril, entretanto, conforme dados da SES, apenas 0,6% das crianças, 0,5% das gestantes, 17,7% idosos, 0,2% professores, 0,5 grávidas, e 16,5 trabalhadores da saúde se imunizaram no período. Isso corresponde a apenas 9,90% da cobertura vacinal do público-alvo.

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