Cotidiano

Prefeitura divulga lista de comunidades selecionadas para oferecer tratamento de dependentes químicos na Capital

Ao todo, 11 comunidades terapêuticas foram classificadas no resultado preliminar

Ranziel Oliveira Publicado em 27/04/2021, às 16h12

Fachada da Prefeitura de Campo Grande
Fachada da Prefeitura de Campo Grande - (Foto: Divulgação / Prefeitura de Campo Grande)

Foi divulgado o resultado preliminar de classificação de 11 comunidades terapêuticas interessadas em oferecer tratamento para dependentes químicos em Campo Grande. A publicação foi feita pela Prefeitura Municipal de Campo Grande no Diário Oficial, desta terça-feira (27).

O Termo de Cooperação estabelece ao prazo de 5 dias úteis, a contar da data de publicação do presente Edital, para interposição de recurso contra o Resultado Preliminar da Prova de Títulos, conforme estabelecido no art. 16 Edital supracitado.

O documento visa a seleção de propostas de organizações da sociedade civil para atuar em ações de reinserção de pessoas na sociedade com intervenção da SDHU (Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos), através da SEGOV.

As comunidades terapêuticas selecionadas são: Desafio Jovem Peniel, Associação de Reabilitação Parceiros da Vida (Esquadrão da Vida), Centro de Apoio a dependentes em Recuperação Integrada (CADRI), Associação de Reeducação Social e Reintegração no Trabalho (Projeto Jaboque), Associação Nova Criatura, Comunidade Terapêutica Antônio Pio da Silva (COMTAPS), Centro de Reabilitação e Tratamento para Dependentes Químicos Alcoolistas e Familiares (CERTA), Instituto Mulheres que Transformam, Projeto Simão, Comunidade Cristã Caminho da Recuperação e Comunidade Terapêutica Nova Vida.

A ação dá continuidade às atividades do PAIC (Programa de Ação Integrada e Continuada), desenvolvido pela SDHU, que proporciona a efetivação das políticas públicas voltadas para população em situação de rua desde março de 2018, baseado no Decreto 7.053 do Comitê POP Rua, da Coprad (Coordenadoria de Proteção a População de Rua e Políticas sobre Drogas).

A medida é paliativa, considerando a pouca quantidade leitos clínicos disponíveis na Capital, destinado a pacientes com dependência química.

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