Janeiro registra 3º pico de casos de coronavírus em adolescentes de MS

Com 733 casos em janeiro, MS passa pelo terceiro maior número de casos confirmados de coronavírus desde o início da pandemia. 
| 22/01/2021
- 11:23
Janeiro registra 3º pico de casos de coronavírus em adolescentes de MS
(Foto: Marcos Ermínio, Midiamax) - (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax)

Prestes a voltarem às aulas, adolescentes registram alta de infecções por em Mato Grosso do Sul. Com 733 casos em janeiro, o Estado passa pelo terceiro maior número de confirmações desde o início da pandemia.

De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, adolescentes são pessoas de doze a dezoito anos completos. Para a reportagem, o Jornal Midiamax utilizou dados disponibilizados pela SES (Secretaria de Estado de Saúde). Foram considerados os 20 primeiros dias de cada mês, de maio de 2020 até janeiro de 2021.

Assim, 2021 começa com o terceiro maior número de infecções confirmadas nesta faixa etária. Então, a maior concentração de casos foi registrada em dezembro, quando 903 adolescentes pegaram Covid-19. Em agosto foram 769 casos, classificando o mês como o segundo maior.

Confira quantos casos foram registrados em outros meses: novembro (559); outubro (372); setembro (548); julho (362); junho (112); e maio (18). No total, 6.731 adolescentes já foram infectados por coronavírus em MS, desde o início da pandemia.

Volta às aulas

O ano de janeiro está chegando ao fim e a está próxima nas escolas particulares de Campo Grande. Alguns colégios já retomam as aulas na última semana de janeiro e o ensino será híbrido, ou seja, uma ‘mistura’ do ensino presencial e online. Conforme determinado pelo MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o limite da capacidade nas salas de aula será de 50% para ensino infantil e 30% para nível fundamental e médio. 

A presidente do Sinepe-MS (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso do Sul), Maria da Glória Paim Barcellos, explica que não há um consenso e que cada instituição define se o ensino será híbrido ou remoto. “O que nós recomendamos é que cumpram o decreto, que permanece vigente, assim como o plano de biossegurança”, afirma.

Com isso, Barcellos afirma que não há uma determinação sobre quando as escolas devem retornar às aulas. “Algumas já voltam no fim de janeiro, outras em fevereiro ou até no início de março”.

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Unidades estarão abertas das 7h30 às 17h, sem intervalo para o almoço

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