Cotidiano

Comércio varejista de MS tem melhor desempenho do país em agosto, aponta IBGE

No ano, segmento acumula alta de 8,4% nas vendas

Gabriel Maymone Publicado em 06/10/2021, às 08h32

Comércio varejista de MS teve o maior crescimento do país em vendas
Comércio varejista de MS teve o maior crescimento do país em vendas - Leonardo de França / Midiamax

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (6) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela que o comércio varejista de Mato Grosso do Sul apresentou o melhor resultado de vendas do país em agosto.

Conforme os dados da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), o comércio varejista ampliado — que inclui veículos, motos, partes e peças e de material de construção — registrou alta de 15,9% em agosto de 2021 frente ao mesmo mês do ano passado. Esse foi o melhor resultado entre as 27 unidades da federação, das quais 14 obtiveram valores negativos, ou seja, retração nas vendas.

Já para as vendas do comércio varejista nacional, o Estado também aparece no topo do ranking entre os estados com alta de 5,9% em agosto deste ano na comparação com o mesmo período de 2020. Nesse quesito, apenas outras duas unidades da federação tiveram alta além do MS: Espírito Santo (5,3%) e Piauí (3,7%).

Na comparação com o mês anterior, agosto de 2021 apresentou queda de 4,7%, uma vez que julho havia sinalizado grande recuperação, com avanço de 9,7%. 

Assim, no acumulado do ano, o comércio varejista de MS acumula alta de 8,4% no ano e de 8,8% nos últimos 12 meses.

Cenário nacional

De acordo com a PMC, o comércio varejista recuou 3,1% em relação a julho, a primeira variação negativa após cinco meses de alta. O acumulado no ano ficou em 5,1% e o acumulado em 12 meses foi de 5,0%.

O volume de vendas no varejo, na passagem de julho para agosto de 2021, caiu 3,1%, compensando a alta de 2,7% na passagem de junho para julho. Houve variação no campo negativo em seis das oito atividades pesquisadas pela PMC. Frente ao mesmo mês de 2020, o varejo também recuou (-4,1%), interrompendo cinco meses consecutivos de taxas positivas. Com isso, o patamar do varejo volta a recuar, situando-se no nível de julho de 2020.

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