Mato Grosso do Sul registrou, até as 10h desta terça-feira (21), 173 casos de e a sexta morte. Os dados constam em boletim da SES (Secretaria de Estado de Saúde), incluindo informação divulgada pelo Jornal Midiamax sobre paciente que não resistiu à doença em Três Lagoas.

O último óbito é de um homem de 87 anos que sofria de hipertensão e diabetes, comorbidades agravadas pela . Segundo as informações preliminares, não foram identificados vínculos de contaminação –como contato com pessoas que tinham o vírus.

Com o caso, registra a segunda morte pela doença, igualando-se a Campo Grande e Batayporã no volume de pacientes mortos –nesta cidade, uma paciente foi internada em e outra em Nova Andaradina.

Conforme o boletim divulgado pela secretária-adjunta de Saúde, Christinne Maymone, Mato Grosso do Sul totalizou nesta terça-feira 173 casos, dois a mais que os 171 de segunda-feira (20), com 45 em investigação –aguardando o resultado das amostras. Do total de 1.271 notificações, com 1.032 excluídos por testagem e 21 excluídos por não manifestarem sintomas do coronavírus.

Dos 2 novos casos, um é de uma mulher de 31 anos, de Campo Grande, e um idoso de 89 anos de . Nos dois casos, os pacientes tiveram contato com outras pessoas contaminadas e estão em isolamento domiciliar.

“No acompanhamento da curva, observamos que ela continua ascendente, talvez um pouco mais lentamente, que pode ser devido a colheita [de resultados] do de 15 dias atrás. Mas, mesmo assim, continua ascendente”, afirmou a secretária-adjunta.

Números

Dentre os 173 casos confirmados, 60 foram submetidos ao isolamento domiciliar e 70 pacientes finalizaram a quarentena e não apresentam sintomas. Ainda há 21 pacientes internados, 11 em leitos públicos (três em UTI) e 10 em privados (6 em UTI). Houve, ainda, 16 pacientes em alta hospitalar, além dos seis óbitos.

A proporção de pacientes manteve a predominância de mulheres contaminadas (51%, contra 49% de pacientes do sexo masculino), com predominância de casos na faixa etária de 30 a 39 anos (31,2% do total), o que é tendência nacional.

Ainda no volume de pacientes, 90 estavam em Campo Grande, sendo apontado movimento de interiorização dos casos. O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, destacou que o distanciamento e isolamento sociais seguem como “melhor remédio e melhor vacina” contra a doença.

“Estamos em um feriado, no qual as pessoas ficam mais em casa. Mas precisamos que nos dias da semana tenhamos a compreensão de que a curva de adesão ao isolamento social está muito relacionada ao número de casos. Mas os casos só vão acontecer daqui a 14 ou 21 dias”, disse, apontando o tempo entre contaminação e possível manifestação de sintomas.