Cotidiano

VÍDEO: Sem reajuste, policiais de MS decidem por paralisação no dia 31

A União dos Militares Estaduais de MS decidiu em assembleia, que irá realizar uma paralisação na próxima sexta-feira (31), em todo o Estado. A Operação Padrão terá duração de 24h. Policiais militares, bombeiros militares inativos e de folga, além de familiares farão caminhada, com saída às 8h30 do Comando Geral da Polícia Militar, até a […]

Cleber Rabelo Publicado em 25/05/2019, às 14h19 - Atualizado em 27/05/2019, às 08h40

Foto: ACSPMBM/MS
Foto: ACSPMBM/MS - Foto: ACSPMBM/MS

A União dos Militares Estaduais de MS decidiu em assembleia, que irá realizar uma paralisação na próxima sexta-feira (31), em todo o Estado. A Operação Padrão terá duração de 24h.

Policiais militares, bombeiros militares inativos e de folga, além de familiares farão caminhada, com saída às 8h30 do Comando Geral da Polícia Militar, até a sede da Governadoria. O objetivo é chamar a atenção das autoridades para questões de desvalorização com a segurança pública em MS.

Por nota, a união afirmou que luta pela incorporação do abono de R$ 200, promessa já feita em anos anteriores; pela imediata reposição inflacionária constitucional dos últimos meses, além da discussão das perdas acumuladas desde que a atual gestão assumiu o Executivo.

O coronel da PM Alírio Villasanti Romero, presidente da AOFMS (Associação dos Oficiais Militares Estaduais de Mato Grosso do Sul) afirma que a questão salarial não é a única demanda a ser apresentada.

“Não é só a questão salarial, temos a não publicação das promoções, a deficiência estrutural e de pessoal, que acaba sobrecarregando nossos militares. Nós temos muitos casos de depressão, síndrome do pânico, suicídio, não só de militares estaduais, mas de seus familiares, há uma série de reclamações”, diz.

Ainda conforme Villasanti, o Governo fala sobre uma possível reestruturação da carreira, mas a desconfiança é generalizada em relação a afirmativa. “Há uma descrença na realidade, do que pode eventualmente caminhar para chegar a uma solução. É descrença no Governo”, diz.

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