Prefeitura Itaporã aguarda visita da Defesa Civil Estadual para editar decreto emergencial

O prefeito de Itaporã, Marcos Antonio Pacco (PSDB), afirmou que aguarda laudo da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil ao município para definir que tipo de decreto deverá ser editado. A visita deve ocorrer entre a tarde desta quarta-feira (13) e manhã da quinta (14). O município, localizado a 228 km de Campo Grande, sofreu grandes […]
| 13/03/2019
- 13:15
Prefeitura Itaporã aguarda visita da Defesa Civil Estadual para editar decreto emergencial

O prefeito de Itaporã, Marcos Antonio Pacco (PSDB), afirmou que aguarda laudo da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil ao município para definir que tipo de decreto deverá ser editado. A visita deve ocorrer entre a tarde desta quarta-feira (13) e manhã da quinta (14).

O município, localizado a 228 km de Campo Grande, sofreu grandes prejuízos devido a uma tromba d’água que caiu sobre a cidade na madrugada da terça-feira (12). Casas ficaram alagadas e ruas intransitáveis, além de vários pontos do município em estado de atenção. Animais também foram arrastados pela correnteza. Ao todo, contabilizou-se acúmulo de 160 milímetros de água durante o temporal, que durou cerca de cinco horas – o esperado para o dia era de apenas 20 milímetros.

Prefeitura Itaporã aguarda visita da Defesa Civil Estadual para editar decreto emergencial
Prefeito Marcos Pacco aguarda laudo da Defesa Civil para saber que tipo de decreto deve editar (Foto: Divulgação | Prefeitura de Itaporã)

De acordo com Marcos Pacco, com a chegada da Defesa Civil, será possível dimensionar que tipo de decreto deverá ser editado. “Vai ser conforme a necessidade. Mas, enquanto isso, já temos equipes trabalhando. As equipes da assistência social estão atendendo as famílias desabrigadas, mas a situação da cidade já volta à normalidade”, declarou o prefeito ao Jornal Midiamax.

Segundo ele, o nível dá água já desceu significativamente, mas deixou um rastro de destruição e de prejuízos. Cerca de 30 a 40 famílias foram afetadas, segundo a estimativa municipal.

“Na cidade praticamente não tem mais alagamento, mas gente só vê o estrago. Tivemos pontes destruídas, destruição de parte da rodovia, asfalto que foi arrancado, estradas vicinais que ficaram intransitáveis. Os produtores que trabalhavam com piscicultura perderam todos os peixes e muito gado e porcos foram levados pela enxurrada, infelizmente”, destaca Pacco. “Ainda temos alguns córregos que passam por cima da rodovia MS-156. A cidade ficou ilhada”, diz.

Na manhã da quinta-feira (14), o Marcos Antonio Pacco deverá encontrar o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), em agenda pública no interior, na qual deverá discutir a situação do município.

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