Cotidiano

Adolescente de 12 anos desaparece após fugir de abrigo em Campo Grande

Uma adolescente de 12 anos está desaparecida desde a última segunda-feira (3), quando fugiu de uma UAI (Unidade de Acolhimento Institucional) destinada a meninas adolescentes com idade entre 12 anos e 17 anos. O caso está sendo divulgado em páginas do Facebook com apelo para que informações sejam repassadas à família ou ao Ciops (Centro […]

Wendy Tonhati Publicado em 06/07/2018, às 10h42 - Atualizado às 11h03

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Uma adolescente de 12 anos está desaparecida desde a última segunda-feira (3), quando fugiu de uma UAI (Unidade de Acolhimento Institucional) destinada a meninas adolescentes com idade entre 12 anos e 17 anos.

O caso está sendo divulgado em páginas do Facebook com apelo para que informações sejam repassadas à família ou ao Ciops (Centro Integrado de Operações de Segurança) pelo 190.

Segundo uma familiar da garota, a última informação é de que ela estaria em companhia de pelo menos outra menina, na região da Santa Casa de Campo Grande. Eles comunicaram o fato à polícia, mas ainda não obtiveram informações. A mãe da adolescente não mora na Capital e tenta se deslocar para a cidade.

O Jornal Midiamax esteve na unidade de acolhimento e foi informado que somente a direção poderia dar informações, porém, os responsáveis estariam em uma audiência judicial.

As Unidades de Acolhimento Institucional são subordinadas à SAS (Superintendência de Proteção Social Especial da Secretaria Municipal de Assistência Social) e têm como finalidade oferecer acolhimento provisório e excepcional para crianças e adolescentes com faixas etárias de 0 a 18 anos incompletos, afastados do convívio familiar por meio de medida protetiva, que se encontram sob ameaça ou violação de direitos e que estão aguardando a reintegração em família de origem ou substituta, de forma a assegurar os seus direitos constitucionais.

Por meio de nota, a assessoria de comunicação da Prefeitura de Campo Grande informou estar acompanhando o caso e que a Polícia Civil já foi acionada. “Já foi feito boletim de ocorrência, além do contato com a Vara da Infância, Juventude e do Idoso e com o Conselho Tutelar. A SAS também mantém contato com os familiares e acompanha o caso”, informou.

Jornal Midiamax