Inaugurado há poucos meses, residencial Celina Jallad está tomado por lixo

Sem fiscalização, lei que obriga uso de caçamba fica apenas no papel
| 16/02/2016
- 19:01
Inaugurado há poucos meses, residencial Celina Jallad está tomado por lixo

Sem fiscalização, lei que obriga uso de caçamba fica apenas no papel

Brincar nas ruas do Celina Jallad, ou mesmo manter a casa limpa, não está fácil não. Inaugurado no ano passado, o residencial que contêm 1498, sendo que 688 foram entregues em agosto do ano passado, e 810 em dezembro, etá tomado por lixo e resto de obras.

Muitos moradores estão reformando as casas, fazendo muros, entre outras benfeitorias, mas sem fiscalização da Prefeitura, a Lei Complementar Complementar nº 92, de 06 de setembro de 2006, que dispõe sobre a obrigatoriedade da utilização de caçambas, para acondicionamento do , fica apenas no papel.

Elicéia Ibarrez, 31 anos, diz que a sujeira é tanta que tá difícil controlar o criadouros de mosquito da . “Aqui em casa tá tudo limpinho, mas olha ai na frente esse tanto de sujeira”, diz sobre o que seria a calçada, do canteiro de obras da construtura Brookfield incorporações.

O local que está tomado por mato e resto de obras já tem várias poças em meio ao lixo. Outra reclamação da moradora é que o fumacê não tem ido ao local e o controle dos vetores está praticamente impossível.

“Aqui é cheio de pernilongo. A gente nem consegue dormir à noite. É muita preocupação com o virus, dengue hemorrágica e chikungunya”, complementa, ressaltando ter criança em casa.

Em outra parte do residencial, a situação não é diferente. Aline Silva de Oliveira convive há 15 dias com sujeira e água empoçada, devido a uma montanha de sujeira de obra que está ao lado de sua casa.

Ela diz que já conversou com o vizinho, que se comprometeu em resolver o problema, nesta terça-feira (16). Ma enquanto isso precisa aguardar.

Menos esperançosa, outra vizinha, que não quis se identificar, diz que as crianças brincam na água parada, e que apesar de já terem falado com o proprietário da obra, até agora nada foi feito. “É muito abandono. A sujeira vem toda para dentro de casa. As crianças brincam nessa poça, um horror!”, diz.

A reportagem tentou falar com o dono da residência, mas segundo o pedreiro que trabalhava no local, ele teria ido atrás de alguém para retirar o lixo. 

A Prefeitura também foi contactada, que informou, que após o horário do almoço, iria verificar com a Semadur se está havendo fiscalização no local e o que será feito a respeito do lixo.

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