Cotidiano

Santa Casa espera repasse mensal de R$ 20 milhões após definir contratualização

Impasse deve ter fim nesta semana

Wendy Tonhati Publicado em 14/10/2015, às 14h40

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Impasse deve ter fim nesta semana

A contratualização dos serviços médicos da Santa Casa deve ser resolvida ainda nesta semana, segundo o diretor da ABCG (Associação Beneficente de Campo Grande) Wilson Teslenco. Durante a inauguração do novo Prontomed, na manhã desta quarta-feira (14), ele disse que com a resolução da questão com Prefeitura, governo do Estado e União, a expectativa é de que o hospital receba repasse mensal de pouco mais de R$ 20 milhões. 

Teslenco disse que as conversas com a Prefeitura tem sido constantes e que o contrato firmado, era o que eles queriam há muito tempo- com uma duração longa, a princípio, de cinco anos. Os valores deve ser utilizados para pagamento de funcionários e prestação de serviços. Do total de aproximadamente R$ 20 milhões, são 25% custeados pela Prefeitura (R$ 4,677 milhões), 7% do Estado (R$ 1,570 milhão) e 68% da União (R$ 13 milhões). 

Sobre a dívida da Prefeitura da Santa Casa, de mais de R$ 13 milhões, o presidente da instituição disse que sobre isso ainda não definição e nem expectativa. 

Contratualização

A contratualização da Santa Casa se tornou um problema, pois os contratos era renovados mensalmente, até que por desavença nos valores de repasse com a Prefeitura, novas renovações foram suspensas. 

O contrato havia vencido em dezembro de 2014, quando então o prefeito Gilmar Olarte assinou aditivo com vigência de três meses, com incremento de R$ 3 milhões no total dos repasses. O desembolso da prefeitura, em recursos próprios, que era de R$ 1,2 milhão, saltou para R$ 4,2 milhões. Na época, o chefe do Executivo Municipal se comprometeu a ampliar em mais R$ 1 milhão o total do dinheiro repassado, a fim de que o deficit fosse contido.

Depois a Prefeitura voltou atrás e previu repasse de R$ 3,5 milhões, sendo R$ 2,5 milhões para correção da inflação e R$ 1 milhão para a compra de novos serviços, além da contratualização de cinco anos. Neste caso, o hospital aceitaria ampliar para 118, a quantidade de leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo).

Jornal Midiamax