Política / Transparência

Liminar é negada e licitação segue para compra de materiais odontológicos

Liminar de empresa concorrente pedindo a suspensão de licitação feita pela Prefeitura de Camapuã para compra de materiais odontológicos foi negada pelo TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul), conforme decisão publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (29). Realizada na modalidade pregão presencial, a licitação de n.º 008/2019 havia sido alvo […]

Danúbia Burema Publicado em 29/07/2019, às 15h00 - Atualizado às 15h01

Licitação é para compra futura de produtos odontológicos. Reprodução/Tânia Rêgo/Agência Brasil
Licitação é para compra futura de produtos odontológicos. Reprodução/Tânia Rêgo/Agência Brasil - Licitação é para compra futura de produtos odontológicos. Reprodução/Tânia Rêgo/Agência Brasil

Liminar de empresa concorrente pedindo a suspensão de licitação feita pela Prefeitura de Camapuã para compra de materiais odontológicos foi negada pelo TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul), conforme decisão publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (29).

Realizada na modalidade pregão presencial, a licitação de n.º 008/2019 havia sido alvo de denúncia de empresa que alegou a existência de irregularidade no processo. O processo tem como objeto o registro de preços para futura aquisição de materiais odontológicos para serem usados pela secretaria de saúde do município.

Na denúncia, a empresa apontou que constava no edital cláusula limitativa de competitividade, ao exigir que a empresa participante estivesse situada no local ou na região. Com isso, houve a exclusão de duas empresas, sendo uma delas a denunciante.

Para o conselheiro Waldir Neves Barbosa, “não há justificativa suficiente para que, neste momento, seja determinada a concessão de mediada cautelar para suspender o trâmite processual, haja vista que já houve a abertura das propostas, inclusive com a homologação das atas de registro de preços”.

Ele apontou também que o registro de preços serve para contratações futuras, não ficando demonstrada aquisição no momento que pudesse justificar a suspensão do certame. O conselheiro indeferiu então a liminar por não vislumbrar nesse momento ‘a possibilidade de causar dano ao erário. Após indeferido o pedido de liminar, o caso foi encaminhado para manifestação do MPC (Ministério Público de Contas).

A reportagem tentou entrar em contato com o prefeito de Camapuã, mas ele não atendeu nem retornou às ligações.

Jornal Midiamax