Política / Transparência

Detentos em MS podem participar de curso para obreiros da Assembleia de Deus

Detentos de todas as unidades prisionais de Mato Grosso do Sul poderão ingressar em um curso para obreiros oferecido pela Assembleia de Deus, por meio de um convênio assinado pela Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário). O curso de formação e aperfeiçoamento para Obreiros poderá ser oferecido a quaisquer detentos, seja por qualquer […]

Joaquim Padilha Publicado em 23/07/2018, às 11h53

Apenas IPCG e outra unidade da capital estão recebendo cursos (Henrique Kawaminami/Midiamax)
Apenas IPCG e outra unidade da capital estão recebendo cursos (Henrique Kawaminami/Midiamax) - Apenas IPCG e outra unidade da capital estão recebendo cursos (Henrique Kawaminami/Midiamax)
Detentos em MS podem participar de curso para obreiros da Assembleia de Deus
Apenas IPCG e outra unidade da capital estão recebendo cursos (Henrique Kawaminami/Midiamax)

Detentos de todas as unidades prisionais de Mato Grosso do Sul poderão ingressar em um curso para obreiros oferecido pela Assembleia de Deus, por meio de um convênio assinado pela Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário).

O curso de formação e aperfeiçoamento para Obreiros poderá ser oferecido a quaisquer detentos, seja por qualquer crime, desde que sejam alfabetizados e estejam “em comunhão com a Igreja na qual fazem parte”, segundo informações da assessoria da Agepen.

O parceria entre Assembleia de Deus e Agepen foi assinada no último dia 15 de junho, mas só publicada na última quinta-feira (19). A divisão de Educação da Agepen ficou responsável pela coordenação do convênio inédito.

Apesar do convênio se estender “a todas unidades penais do Estado”, até o momento o curso foi implementado apenas nas unidades do IPCG (instituto Penal de Campo Grande) e do Centro de Triagem Anízio Lima, ambas na capital, por se tratar de uma nova parceria, segundo a assessoria da Agepen.

As aulas do curso ficariam por conta do IBA (Instituto Bíblico Alencarino), conforme a publicação. A parceria deve durar três anos, sem repasses financeiros ou custos para a administração estadual.

Jornal Midiamax