A semana na Municipal de foi marcada pela votação do polêmico da venda do Estádio Municipal Aral Moreira. O Plenário Isaac Borges Capilé ficou lotado, e foram registrados protestos contra a medida da prefeitura.

O Projeto de Lei 13/2023, do Poder Executivo, autoriza a alienação da arena esportiva e foi aprovado em segunda discussão na terça-feira (25). O município alega alto custo de manutenção do estádio, e como contrapartida, vai construir um novo campo no Horto Florestal.

O campo no Horto já está em obras e terá toda a estrutura para receber os jogos, como arquibancadas, iluminação e vestiários, além de um sistema de drenagem que vai evitar alagamentos nos dias de chuva.

Segundo a prefeitura, os recursos obtidos no leilão do estádio serão utilizados no pagamento do financiamento do Fonplata (Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata), que está custeando as obras de revitalização no Centro da cidade.

Prefeitura anuncia na Câmara de Ponta Porã projeto de segurança escolar

Na mesma sessão, a secretária municipal de Educação, Esporte, Cultura e Lazer, Mirta Landolfi, ocupou a tribuna para apresentar detalhes de um projeto de lei que será encaminhado à Casa com ações de segurança nas escolas. A Rede Municipal de Ensino tem mais de 12 mil alunos.

“Estamos encaminhando para esta Casa de Leis um projeto que visa implementar políticas públicas para minimizar a vulnerabilidade de algumas escolas, por meio da realização de um diagnóstico da situação de segurança nas imediações das instituições de ensino. Também aperfeiçoar o acesso às dependências da escola, aplicando medidas que visam aumentar a segurança e inclusive diminuindo a evasão escolar”, discursou Mirta.

Na semana passada, a Câmara realizou uma audiência pública sobre a onda de violência nas escolas. Vereadores, autoridades da segurança e secretários municipais estiveram presentes.

O prefeito Eduardo Campos (PSDB) enumerou as ações que já estão sendo tomadas. “Criamos a Patrulha Escolar exclusiva para o policiamento nas escolas públicas e particulares, também o botão do pânico que aciona imediatamente a em qualquer situação na escola, bem como a elaboração de uma cartilha com orientações para todos. Neste sentido visamos conscientizar e identificar uma situação que possa resultar em violência no seio escolar”, declarou o tucano, na ocasião.