Assembleia Legislativa aprova moção de pesar a familiares do dirigente do PT morto em Foz do Iguaçu

Marcelo era guarda municipal e tesoureiro do PT em Foz de Iguaçu e foi assassinado a tiros por um policial penal, no último sábado (09)
| 13/07/2022
- 13:56
Assembleia Legislativa aprova moção de pesar a familiares do dirigente do PT morto em Foz do Iguaçu
Deputados voltam em 1º de agosto. (Foto: Reprodução/TV Alems)

A bancada do PT da Assembleia Legislativa apresentou uma moção de pesar aos familiares de Marcelo Arruda, assassinado a tiros por um policial penal em sua festa de aniversário, na madrugada de domingo (10). A proposição é de autoria do deputado estadual (PT) e assinada também por Amarildo Cruz (PT).

A moção foi levada a discussão em plenário e aprovada com os votos da maioria durante a sessão plenária desta quarta-feira (13). No texto da proposição, os parlamentaram lamentam a de Marcelo e destacaram que o mesmo foi vítima de intolerância política enquanto comemorava seu aniversário de 50 anos com o tema do Lula.

"Filiado ao Partido dos Trabalhadores, sua festa de aniversário tinha como tema o PT e a esperança no futuro. E também tinha a alegria de um pai que acabou de ter mais uma filha. Uma pessoa, movida por discursos de ódio e pela intolerância, ameaçou e depois atirou nele, que se defendeu e evitou uma tragédia ainda maior. Nossos sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de Marcelo Arruda, vítima da intolerância, do ódio e da violência política, e que encontrem o consolo", frisaram na proposição.

O caso

O policial penal federal Jorge José da Rocha Guaranho, matou a tiros o guarda municipal e tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu Marcelo Arruda, no último sábado (9).

De acordo com boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, ele foi morto a tiros durante sua festa de aniversário de 50 anos por Jorge José da Rocha Guaranho, agente penitenciário federal e apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL). A comemoração foi interrompida por Guaranho que, segundo testemunhas, teria gritado "aqui é Bolsonaro", antes de começar a atirar.

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