Política

Câmara retoma sessão presencial com um projeto na pauta nesta terça-feira

Vereadores tinham adotado sessão remota novamente devido ao avanço da pandemia

Mayara Bueno Publicado em 04/05/2021, às 08h01

Vereadores durante sessão virtual
Vereadores durante sessão virtual - (Foto: Reprodução/Facebook)

A Câmara Municipal de Campo Grande tem sessão presencial nesta terça-feira (4). Desde março, restrições foram novamente adotadas por causa do avanço da pandemia de coronavírus na cidade - apesar da retomada, continuam valendo regras de distanciamento, uso de máscara e acesso limitado ao plenário.

Presidente Carlão (PSB) relacionou a volta com os números de confirmações, internações e óbitos por covid. Os vereadores estão entre idas e voltas ao plenário desde 2020, quando as primeiras normas de contenção da doença foram adotadas. 

Embora o home office tenha sido adotado por motivo maior, as sessões, principalmente as que antecederam a volta, foram marcadas por constantes falhas de comunicação, causadas pela conexão de internet. Este foi um dos pontos que o presidente levantou para cogitar a retomada ao presencial. Em alguns casos, sequer dava para ouvir o que o vereador dizia. 

Nesta terça-feira, está pautado apenas um projeto de lei para análise. Trata-se de proposta para denominar de Paulo Roberto Martins Teixeira a rotatória na confluência das Avenidas Mato Grosso e Via Parque, de autoria dos vereadores João César Mattogrosso (PSDB) e Carlão (PSB). Este projeto estava na pauta da semana passada, mas não havia quórum suficiente. 

Medidas em regime de urgência podem ser colocadas em discussão - neste caso, não consta previamente na pauta. Ainda em sessão remota, os vereadores chegaram a pedir ponderação na análise em urgência, justamente porque, com as dificuldades de comunicação pela internet, as discussões ficavam prejudicadas.

Posse

Antes da sessão, às 8 horas, o presidente dá posse a Ademir Santana (PSDB), que vai assumir o lugar de João César Matogrosso (PSDB), que vai se licenciar do cargo para assumir uma das recém-recriadas secretarias de Estado - da Casa Civil ou de Cultura e Cidadania.

Santana foi o quarto vereador mais votado do PSDB nas eleições municipais de novembro do ano passado, com 4.118 votos. Como o partido conseguiu só três vagas na Câmara de Campo Grande, ele não conseguiu carimbar sua reeleição e ficou como primeiro suplente.

Com a saída de João César Mattogrosso para o governo, a bancada tucana no Legislativo de Campo Grande passa a ser composta por Ademir Santana, Professor João Rocha e Professor Juari. O suplente ainda deve substituir Mattogrosso na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), comissão mais importante da Casa.

Jornal Midiamax