Política

Vereadores ‘terão trabalho’ para se reeleger com fim de coligação, diz João Rocha

Com a proximidade da abertura da janela partidária, o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, João Rocha (PSDB), avalia que os vereadores ‘terão muito trabalho na formação da chapa’, agora que acabou as coligações. “Esse será um período que funcionará como um termômetro que vai dar uma ideia dos desdobramentos eleitorais”, disse novamente o […]

Mayara Bueno Publicado em 01/03/2020, às 13h11 - Atualizado em 19/07/2020, às 20h12

Presidente João Rocha (PSDB), à esquerda, com o secretário de Governo, Eduardo Riedel, em meio aos fieis neste domingo. (PSDB). (Marcos Ermínio, Jornal Midiamax).
Presidente João Rocha (PSDB), à esquerda, com o secretário de Governo, Eduardo Riedel, em meio aos fieis neste domingo. (PSDB). (Marcos Ermínio, Jornal Midiamax). - Presidente João Rocha (PSDB), à esquerda, com o secretário de Governo, Eduardo Riedel, em meio aos fieis neste domingo. (PSDB). (Marcos Ermínio, Jornal Midiamax).

Com a proximidade da abertura da janela partidária, o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, João Rocha (PSDB), avalia que os vereadores ‘terão muito trabalho na formação da chapa’, agora que acabou as coligações.

“Esse será um período que funcionará como um termômetro que vai dar uma ideia dos desdobramentos eleitorais”, disse novamente o presidente durante a abertura da Campanha da Fraternidade, na manhã deste domingo (1º). Rocha comentou na semana passada que o clima de eleição começa a partir da ‘dança das cadeiras’ dos parlamentares.

A janela começa na quinta-feira (5) e até 3 de abril os vereadores que quiserem poderão mudar de partidos. Na Câmara Municipal de Campo Grande, ao menos oito dos 29 vereadores podem trocar de sigla.

“Haverá uma grande movimentação partidária de filiações”. A decisão do rumo partidário será crucial para viabilidade de reeleição. Esse será um período que funcionará como um termômetro que vai dar uma ideia dos desdobramentos eleitoral Municipal”.

Jornal Midiamax