Política

Governador de Goiás aceita proposta de Bolsonaro que reduz preço dos combustíveis; Reinaldo é contra

O governador de Goiás, Reinaldo Caiado (DEM), afirmou nesta quinta-feira (6) que é favorável à proposta do presidente Jair Bolsonaro de reduzir alíquota do ICMS sobre os combustíveis. Diferente de Caiado, o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), e outros 21 chefes do Executivo se manifestaram contrários à medida do presidente. Em […]

Aliny Mary Dias Publicado em 07/02/2020, às 14h03 - Atualizado em 09/02/2020, às 08h22

Governador de MS, Reinaldo Azambuja. (Marcos Ermínio, Jornal Midiamax).
Governador de MS, Reinaldo Azambuja. (Marcos Ermínio, Jornal Midiamax). - Governador de MS, Reinaldo Azambuja. (Marcos Ermínio, Jornal Midiamax).

O governador de Goiás, Reinaldo Caiado (DEM), afirmou nesta quinta-feira (6) que é favorável à proposta do presidente Jair Bolsonaro de reduzir alíquota do ICMS sobre os combustíveis. Diferente de Caiado, o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), e outros 21 chefes do Executivo se manifestaram contrários à medida do presidente.

Em comunicado nas redes sociais, Caiado afirmou que o cidadão é quem paga a alta carga tributária sem receber de volta obrigações de município, estados e União. “A minha posição em relação a redução do ICMS dos combustíveis será de levar adiante a proposta que o presidente Jair Bolsonaro fez ontem a nós, durante o seu pronunciamento no evento de 400 dias de seu governo: buscar o diálogo para uma solução diante de um problema que municípios, estados e União têm culpa”. 

O posicionamento de Caiado é totalmente oposto ao da maioria dos governadores, incluindo Reinaldo, que são favoráveis à alta tributação no combustível, alegando queda na receita dos Estados.

Por coincidência, Mato Grosso do Sul sofreu um recente aumento na alíquota que incide sobre a gasolina, justamente, para os 30% referidos por Bolsonaro. O reajuste polêmico aconteceu após Reinaldo enviar projeto para a Assembleia Legislativa, propondo também alterações no uso do Fundersul e renegociação de dívidas referente ao ICMS.

O projeto de Reinaldo colocou o Estado entre os três com maior índice cobrado sobre a gasolina no Brasil, segundo dados revelados pelo Sinpetro (Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes).

Confira o posicionamento de Caiado publicado nas redes sociais:

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A revolta do cidadão brasileiro com a alta carga tributária que é paga sem receber de volta as obrigações de municípios, estados e União é indiscutível. A minha posição em relação a redução do ICMS dos combustíveis será de levar adiante a proposta que o presidente Jair Bolsonaro fez ontem a nós, durante o seu pronunciamento no evento de 400 dias de seu governo: buscar o diálogo para uma solução diante de um problema que municípios, estados e União têm culpa. É imprescindível uma reunião entre todos os chefes dos executivos estaduais com o presidente para entrarmos em um consenso. Só assim vamos conseguir alcançar as mudanças que a população espera de nós. #SomosTodosGoiás

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