Política

Vereadores suspendem sessão para discutir reajuste de 4,17% dos servidores

Os vereadores de Campo Grande suspenderam a sessão desta terça-feira (29) antes da Ordem do Dia para discutirem o projeto de reajuste do salário dos servidores municipais, com índice de 4,17% a ser dividido em duas vezes. O projeto deve ser pautado e votado em regime de urgência ainda nesta terça. Presidente da Câmara, o […]

Evelin Cáceres Publicado em 29/10/2019, às 12h08 - Atualizado em 19/07/2020, às 20h20

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Os vereadores de Campo Grande suspenderam a sessão desta terça-feira (29) antes da Ordem do Dia para discutirem o projeto de reajuste do salário dos servidores municipais, com índice de 4,17% a ser dividido em duas vezes. O projeto deve ser pautado e votado em regime de urgência ainda nesta terça.

Presidente da Câmara, o vereador João Rocha (PSDB) está reunido com os vereadores na Presidência para discutir o projeto. Protocolado nesta semana, o projeto foi solicitado pela Casa ao Executivo na semana passada, quando oi apresentado e aprovado o reajuste do IMPCG (Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande).

O acréscimo, se aprovado, será pago em duas vezes, a exemplo do que ocorreu com o reajuste dos professores, de acordo com a mensagem do prefeito Marquinhos Trad (PSD), encaminhada ao Legislativo municipal na segunda.

Segundo o texto, 1% será pago em outubro e 3,1386% em 1º de dezembro. Na semana passada, o secretário de Gestão do município, Agenor Mattiello, foi à Casa de Leis para falar sobre ações feitas em benefício do servidor e afirmou que o projeto chegaria em 10 dias. No sistema da Casa de Leis, consta a mensagem do Executivo municipal sobre a proposta.

Com os 4,17% aplicados, a Prefeitura de Campo Grande desembolsará mais R$ 523.399,34 entre outubro e novembro e, em dezembro, quando completar os 4,17%, R$ 2.181.469,56 – valor confirmado pelo secretário de Finanças e Planejamento, Pedro Pedrossian Neto. O município lembra que está no limite prudencial da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), no que se refere aos gastos com servidores, ao justificar os 4,17%.

Jornal Midiamax