Política

Senador Nelsinho vota sim a pente-fino contra fraudes no INSS

O senador Nelsinho Trad (PSD) votou, há pouco, pela aprovação da MP (Medida Provisória) 871 que visa combater irregularidades na concessão de benefícios do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). A sessão que discute a medida é realizada neste momento no Senado Federal e pode ser acompanhada ao vivo. Em seu voto favorável, o argumento […]

Danúbia Burema Publicado em 03/06/2019, às 19h01 - Atualizado em 04/06/2019, às 08h36

Nelsinho se manifestou há pouco no Plenário do Senado Federal. Foto. Reprodução.
Nelsinho se manifestou há pouco no Plenário do Senado Federal. Foto. Reprodução. - Nelsinho se manifestou há pouco no Plenário do Senado Federal. Foto. Reprodução.

O senador Nelsinho Trad (PSD) votou, há pouco, pela aprovação da MP (Medida Provisória) 871 que visa combater irregularidades na concessão de benefícios do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). A sessão que discute a medida é realizada neste momento no Senado Federal e pode ser acompanhada ao vivo.

Em seu voto favorável, o argumento do senador sul-mato-grossense foi o mesmo usado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL): de que a medida poderá gerar economia de R$ 10 bilhões aos cofres públicos por ano.

Nelsinho frisou ainda ter acompanhado as discussões sobre a MP desde o início, inclusive como integrante da Comissão Mista que emitiu parecer favorável ao projeto. “Entendo que para o bem do desenvolvimento das reformas que nós precisamos enfrentar, nós devemos votar favoravelmente à aprovação da Medida Provisória 871”, defendeu o senador.

Confira o vídeo com a manifestação dele no Plenário do Senado Federal:

Acordo

A votação faz parte de acordo do Governo Federal com a oposição, apontou o Portal Uol. A União concordou em aceitar alterações feitas PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da Reforma da Previdência, desde que os senadores aprovem a MP. Caso não seja votada nesta segunda-feira (03), a proposta perde a validade.

Com a revisão dos benefícios, a estimativa é de economia de R$ 10 bilhões ao ano, segundo anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). A alteração aceita na reforma é a concessão de prazo de cinco anos para trabalhadores rurais e pescadores, ao invés de um ano conforme previsto no texto inicial.

Jornal Midiamax