Política

DATAmax: Odilon Jr diz que rejeição de Odilon ‘pai’ vem de pessoas que querem protegê-lo

Pedetista diz que pessoas querem alguém com ‘moral’ em MS

Ludyney Moura Publicado em 12/04/2018, às 16h00 - Atualizado em 20/07/2020, às 01h01

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Pedetista diz que pessoas querem alguém com ‘moral’ em MS

Um dos responsáveis pela articulação política da pré-campanha de Odilon de Oliveira (PDT) ao governo estadual, o vereador Odilon Junior (PDT), avalia o índice de rejeição do pedetista, conforme pesquisa do Instituto DATAmax divulgada pelo Jornal Midiamax nesta quinta-feira (12), como ‘um bom sinal’.

Para o filho do juiz aposentado, a rejeição do pai decorre de pessoas que não querem ver o pré-candidato do PDT envolvido com político, onde acreditam que ele possa ‘se frustrar’. Todavia, o vereador destaca que intenção de Oliveira é contribuir para o desenvolvimento do Estado.

“Muitas pessoas dizem que ele não deveria entrar na política, deveria descansar e se aposentar.  Mas, se ele ficar em casa paradinho isso vai acabar matando ele”, afirmou Odilon Junior sobre o pai.

Também vereador pelo PDT, Ademir Santana, afirmou que o eleitorado da Capital espera alguém com ‘moral’ para resolver os problemas do Estado, diante de um cenário de ‘falcatruas e desvios de dinheiro’.

Rejeição

Nesta quinta-feira (12) o Jornal Midiamax divulgou resultado do levantamento que mede a rejeição do eleitor aos candidatos apresentados na chamada pesquisa estimulada, quando entrevistador apresenta alternativas de candidatos ao eleitor.

O ex-governador do Estado e ex-prefeito da Capital André Puccinelli (MDB) lidera com 32,2% em índice de rejeição entre os entrevistados, mais que o dobro do segundo colocado, o atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com 12,6%.

Em seguida aparecem Suel Ferranti (PSTU), com índice de rejeição de 5,8%; Odilon de Oliveira, com 4,6%; Luiz Henrique Mandetta (DEM), com 4,1%; Humberto Amaducci (PT), com 3,7%; Adauto Garcia (PRTB), com 2,7%; João Alfredo Daniezi (PSOL), com 2,1%.

Como a margem de erros é de 3,5% para mais ou para menos, entre Suel Ferranti e Adauto Garcia, todos estão tecnicamente empatados.

Entre os moradores da Capital, 13,6% rejeitam todos os candidatos ao governo; 2,4% não rejeitam nenhum e 16,2% não sabem ou não responderam.

Nas duas últimas eleições, em 2014 e 2016, o DATAmax ‘cravou’ o resultado final das urnas. Foram entrevistados 804 eleitores em Campo Grande, entre os dias 5 a 8 de abril e a margem de confiança da pesquisa é de 95%.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral, tanto em âmbito estadual quanto federal, sob os números MS-09178/2018 e BR-08909/2018. Como já fez em eleições anteriores, o DATAmax disponibiliza todas as informações e detalhes, bem como material da pesquisa, para consulta dos partidos políticos que manifestarem oficialmente interesse nos dados.

Jornal Midiamax