Política

Audiência sobre LDO de R$ 3,8 bilhões é adiada para próxima quarta

Conflito de agendas fez data ser alterada

Richelieu Pereira Publicado em 26/04/2018, às 12h57

Parlamentares durante sessão desta quinta. (Foto: Izaias Medeiros/CMCG)
Parlamentares durante sessão desta quinta. (Foto: Izaias Medeiros/CMCG) - Parlamentares durante sessão desta quinta. (Foto: Izaias Medeiros/CMCG)

A audiência pública na Câmara de Vereadores para discutir o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2019 foi adiada para a quarta-feira (2) da próxima semana. Compromissos de membros da Comissão de Finanças e Orçamento fizeram com que o evento fosse postergado.

A Prefeitura de Campo Grande estima arrecadar R$ 3,897 bilhões, um aumento de 5% em relação aos R$ 3,702 que foram aprovados na Lei Orçamentária de 2018. A proposta foi protocolada na Câmara no dia 16 de abril. Os parlamentares terão até o dia 3 de maio para apresentar emendas, que devem ser compatíveis de acordo com o Plano Plurianual  elaborado no ano passado.

O parecer da Comissão de Finanças deve ser encaminhado à mesa diretora até o dia 28 de junho e depois será marcada data para votação em plenário.

Este ano a relatoria da LDO é do vereador Eduardo Romero (Rede), atual presidente da comissão. Depois de analisada e aprovada a LDO, o executivo tem até o dia 30 de setembro para encaminhar o projeto da LOA (Lei Orçamentária Anual).

Romero considera “tímido” crescimento de 5% para 2019, mas explica que o momento continua de cautela econômica, tendo em vista que a projeção de crescimento de 2017 para 2018 de 17,23%.

A LDO tem como objetivo estabelecer as diretrizes, prioridades e metas da administração, orientando a elaboração da proposta orçamentária de cada exercício financeiro, formado pelos orçamentos fiscal, de investimento das empresas e da seguridade social, compatibilizando as políticas, objetivos e metas estabelecidos no Plano Plurianual e as ações previstas nos orçamentos para a sua consecução, promovendo, em prazo compatível, um debate sobre a ligação e a adequação entre receitas e despesas públicas e as prioridades orçamentárias.

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