Política

Brites garante entregar relatório final da Coffee Break antes de sair do cargo

Ele deixa cargo de Procurador Geral do MPE dia seis de maio

Midiamax Publicado em 01/04/2016, às 15h44

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Foto: Reprodução/Web

Ele deixa cargo de Procurador Geral do MPE dia seis de maio

O Procurador Geral do MPE (Ministério Público Estadual), Humberto Brites, disse na manhã desta sexta que deixa o cargo no dia seis de maio. Segundo ele até esta data, mais precisamente na segunda quinzena de abril, entrega o relatório final da Operação Coffee Break, deflagrada no dia 25 de agosto de 2015. Nesta sexta, por sinal, está sendo realizada a eleição para definir o substituto de Brites.

Humberto Brites, ressaltou que após sua finalização, os documentos serão entregues ao Tribunal de Justiça. “Eu entrego a procuradoria geral no dia 06 de maio, um sexta-feira. Acredito que vai dar tempo para entregar o resultado da Operação Coffee Break antes dessa data. Os trabalhos estão bem adiantados. Devo entregar antes de sair do cargo sim. Segunda quinzena de abril, eu acredito que iremos estar entregando esses dados. O destinatário é o Tribunal de Justiça, que é o órgão que irá tomar as providências cabíveis”.

Sobre prisões, ele enfatizou mais uma vez que acha difícil de ocorrer. “Olha nesse momento acredito que não haja prisões. A gente vai analisar no ato da propositura de uma eventual denuncia que é quando se cogita requerer a prisão preventiva, mas para isso só se ocorrer alguma fuga, o que é improvável. Acredito que as pessoas em sendo denunciadas vão se defender e não se cogia que vai fugir”.

Ao ser questionado qual seria então a punição máxima, o procurador disse que só o fato da ação já é válida. “Depende, acredito que a punição em si a ação já é. O processo em si já é uma punição. Depois que entregarmos nosso relatório, fica a cargo do juiz, do desembargador definir qual punição será determinada”.

Operação – A Operação Coffe Break investiga suposto esquema de compra de votos de vereadores para cassar o agora Prefeito Alcides Bernal em 2014. A ação levou o afastamento do então Prefeito Gilmar Olarte, assim como o, na época, presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Mario Cesar. Ao mesmo tempo, vários outros vereadores foram levados em condução coercitiva para depor, além de empresários da cidade.

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