Política

Prometendo diálogo, Reinaldo diz que fama de ditador é ‘conversa fiada’

Novo governador prometeu diálogo com todos os servidores

Midiamax Publicado em 07/01/2015, às 14h38

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Novo governador prometeu diálogo com todos os servidores

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) rejeitou, na manhã desta quarta-feira (7), o rótulo de totalitarista, o qual o próprio diz ser atribuído a ele por determinados segmentos. O tucano diz que algumas pessoas chegam a dizer que ele é ditador, mas assegura que tudo não passa de “conversa fiada”.

Para assegurar que não defende um regime ditatorial, o novo governador disse a servidores da Agraer (Agência Estadual de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), durante visita nesta quarta, que tudo será construído dentro de um diálogo, pensando na meritocracia e em ganhos coletivos, onde tudo é discutido por meio de um colegiado. “Nosso governo vence daqui quatro anos e a estrutura de governo fica”, analisa.

Reinaldo também aproveitou para criticar a pressa de alguns que estão falando mal do governo, por exemplo, por conta de algumas fundações que não têm comandante. “Tem gente com muita pressa, achando que o governo é de um mês. São quatro anos de governo”, justifica.

O governador fez questão de esclarecer que não deu secretaria ou fundação para nenhum governo, pedindo apenas nomes técnicos para ocupar funções importantes e ajudar na administração estadual.

Produção

Na Agraer, o novo governador prometeu investimento principalmente para o pequeno produtor, que geralmente não tem condição de fazer grandes investimentos. Ele criticou, por exemplo, a falta de projetos para irrigação, que tem feito o Estado perder recurso disponível.

Reinaldo também assegurou que vai manter o projeto “Leite Forte”, ampliando o atendimento, visto que tem como missão melhorar a produção, que inclui investimento em pastagem e irrigação, por exemplo. Ao falar sobre a produção de leite ele lembrou que hoje há falta de leite no mercado e um espaço aberto para investimentos.

Durante visita, o governador ouviu reclamação de servidores. Um deles disse que há dois anos não há projetos para a piscicultura. Outro servidor reclamou do procedimento profissional, afirmando que o trabalho oferecido pela Agraer hoje não atende o que o produtor precisa.

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