Política

‘Essa é a crise mais grave da história, com presidente moribunda’, diz deputado

Bancada se reúne amanhã com prefeitos de MS

Jessica Benitez Publicado em 09/08/2015, às 11h47 - Atualizado em 17/07/2020, às 23h51

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Bancada se reúne amanhã com prefeitos de MS

Será lançada amanhã campanha para conscientização da população sobre a crise que se instalou nos municípios sul-mato-grossenses. Na ocasião os prefeitos entregarão carta de pedido de ajuda às bancadas do Congresso Nacional. O deputado federal Geraldo Resende (PMDB) confirmou presença e garantiu que, embora a verdade seja dolorosa, não haverá mentiras aos gestores, uma vez que a crise é considerada pior da história do Brasil, com uma presidente “moribunda” à frente de tudo.

“(Os deputados) sempre foram parceiros dos prefeitos, mas não vamos mentir, eles têm que entender que esta é a situação mais difícil do País e que temos uma presidente moribunda, em processo desmilinguido e esfacelado com a base de apoio”, disse referindo-se à presidente da República, Dilma Rousseff (PT).

A intenção dos prefeitos, que se reúnem às 9h na sede da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) é reunir todos os deputados federais e senadores para que a carta seja entregue. O pedido de socorro é para que eles intercedam pelos municípios junto ao Governo Federal. De acordo com o presidente da entidade, prefeito de Nova Alvorada do Sul Juvenal Neto (PSDB), Dilma não está cumprindo o Pacto Federativo, bem como liberação de repasses importantes.

Resende engrossou o coro. “O Governo Federal não cumpriu os repasses constitucionais e as emendas também. Sem essas emendas o prefeito não pode fazer obras que deem visibilidade para ajudar a resgatar a credibilidade arranhada por conta desse quadro político, o mais grave, jamais visto na história brasileira”, concluiu.

Na última quarta-feira (5) houve, em Brasília, ‘mobilização permanente’ promovida pela CNM (Confederação Nacional de Municípios) para pressionar a União no repasse de recursos.  A reivindicação foi pela liberação dos “restos a pagar” referentes a 2013/2014.

Jornal Midiamax