Na tarde desta quarta-feira (15), pais da menina de 2 anos vítima de tortura e estupro pelo padrasto são ouvidos na DEPCA ( Especializada de Proteção à Criança e ao ). O suspeito de 21 anos fugiu após a descoberta dos crimes.

“Ela é cúmplice, ela sabia e não fez nada”, disse familiar do pai da menina, sobre a da criança. O casal é separado e o atual companheiro da mulher é o suspeito do crime. “Queria que ela fosse presa também”, relatou ainda a mulher.

Conforme uma tia da criança relatou ao Midiamax, a menina está com muito medo após os fatos. “O corpinho dela todo roxo, cheio de hematomas. O que ele fez não tem perdão”, disse a tia.

O crime ocorreu entre os dias 10 e 11 deste mês, quando a mãe da menina precisou trabalhar e não tinha com quem deixar a filha. Assim, o padrasto se ofereceu para cuidar da menina.

Já no primeiro dia depois de voltar do serviço, a mãe percebeu que a filha estava com um hematoma nas pernas. Então, questionou ao companheiro e ele respondeu que a menina havia se machucado ao brincar com outras crianças.

No segundo dia ao voltar do trabalho, a mulher notou que a menina estava com hematomas no rosto e no abdômen. Antes, o padrasto da criança havia mandado uma foto pelo WhatsApp para a mulher.

Na imagem, ele mostrava as partes íntimas da criança, dizendo que ela estava com assaduras. Mas ao chegar em casa, a mãe não constatou tais assaduras.

A criança foi levada até um , onde foi constatado pelos que ela estava com os vários hematomas pelo corpo. Além disso, havia sinais de abuso sexual, sendo ela orientada a procurar uma delegacia para o registro da ocorrência.

O sobrinho de 10 anos do marido da mulher contou que o tio amarrou a menina pelo pescoço e passou a dar socos nela para que ela dormisse. A tia da menina disse que, após os fatos, o homem fugiu e ainda não foi localizado.