Pular para o conteúdo
Polícia

Mãe que chegou a ser presa por fazer adolescente abortar e enterrar feto é absolvida

Jovem de 17 anos estava grávida do namorado
Renata Portela -
Imagem ilustrativa - Arquivo Midiamax

Nesta terça-feira (30), foram a julgamento por júri popular uma mulher de 44 anos e o amigo, de 43 anos, que teriam provocado o aborto em uma adolescente de 17 anos, em 2017. O fato aconteceu em e, na época, a mulher chegou a enterrar o no quintal da residência, no Guanandi.

O Conselho de Sentença decidiu pela absolvição dos dois acusados, em julgamento realizado na 1ª Vara do Tribunal do Júri. O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) havia pedido pela condenação e a defesa pediu pela desclassificação do crime. Os jurados entenderam que os acusados não obrigaram a jovem a abortar.

Mãe chegou a ser presa por fazer adolescente abortar

Em maio de 2017, a da adolescente chegou a ser presa por coagir a jovem a fazer o aborto, aos 5 meses de gestação, em março daquele ano. Mesmo detida, a mulher negava ter induzido a filha a fazer o procedimento, com uso de Cytotec.

Na delegacia, a mulher manteve sua primeira versão do caso, que a filha teria abortado sozinha. Além dela, um amigo e uma enfermeira, funcionária da de Campo Grande, foram presos por envolvimento no crime. A profissional de saúde teria a responsável por entregar o medicamento abortivo para a mãe da menina, enquanto o homem teria ajudado no procedimento.

O caso foi descoberto depois que a própria adolescente entrou em contato com o namorado, de 26 anos, contando que havia abordado a filha deles. Ele então denunciou o aborto à polícia, que foi até o endereço e descobriu o local onde o feto havia sido enterrado, no quintal de casa, ao lado de uma flor e um terço.

Em um primeiro momento, o rapaz afirmou que a namorada havia sido obrigada pela mãe a abortar. Na história contada pela família do jovem, a mãe da adolescente teria viajado até o Paraguai para comprar remédios abortivos, forçado a filha a ingerir os medicamentos e contratado um enfermeiro para fazer a retirada do feto.

No entanto, na delegacia, em frente à namorada, o rapaz acabou confirmando a versão dela sobre os fatos. Tanto para a Polícia Militar, quanto em depoimento para a Polícia Civil, a menina reafirmou que passou dois dias sem se alimentar, tomando apenas chá de ‘buchina-do-norte’, conhecido como um abortivo caseiro. Ela teve contrações e chegou a passar mal, até que sofreu o aborto. Depois, enterrou a filha.

Compartilhe

Notícias mais buscadas agora

Saiba mais

Mamelodi supera público baixo e garante a vitória sobre o Ulsan no Mundial de Clubes

Ministério da Agricultura descarta caso de gripe aviária em Terenos

pantaneta

Léo Santana, Dj Jiraya Uai e ex-Terra Samba se apresentam na Pantaneta 2025

loteria

Apostas de Coxim e Dourados faturam R$ 36 mil na Mega que acumulou em R$ 130 milhões

Notícias mais lidas agora

Pela segunda sessão consecutiva, CNMP julga denúncias de corrupção no MPMS

Após vistoria apontar ‘cheiro intenso’, JBS insiste que adotou medidas antifedor

concessão morenão

Concessão de até 35 anos é alternativa para Morenão, aponta presidente de Comissão

Idoso é encontrado morto em casa no Jardim Bonança

Últimas Notícias

Polícia

Médica desaparece em rio após pular de ponte na BR-376 em MS

As buscas se encerraram ao anoitecer desta terça

Esportes

Brasil é escolhido como sede dos Pans de Ginástica Artística e Rítmica

Decisão foi tomada durante assembleia geral ordinária da União Pan-Americana de Ginástica

Polícia

Perseguição termina com um preso e apreensões de 428 Kg de maconha e carro roubado em Campo Grande

428 Kg de maconha apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal, na noite desta segunda

Mundo

Trump Media e Rumble pedem e Justiça dos EUA expede nova citação contra Moraes

Acusam de censurar conteúdos publicados dessas redes sociais no Brasil.