Negado pedido de liberdade para rapaz que matou menino de 11 anos a tiro

Foi publicada no Diário da Justiça desta segunda-feira (11) negativa ao pedido de liberdade para Ivan Alyffer Albuquerque Rocha, preso desde junho de 2019. Ele é acusado da morte de Luiz Otávio Santana de Lima, de 11 anos, crime ocorrido em Sidrolândia, a 70 quilômetros de Campo Grande. Após a prisão em flagrante de Ivan, […]
| 11/01/2021
- 19:13
Negado pedido de liberdade para rapaz que matou menino de 11 anos a tiro
Ivan Alyffer foi preso em 2019 (Arquivo) - Ivan Alyffer foi preso em 2019 (Arquivo)

Foi publicada no Diário da Justiça desta segunda-feira (11) negativa ao pedido de liberdade para Ivan Alyffer Albuquerque Rocha, preso desde junho de 2019. Ele é acusado da morte de Luiz Otávio Santana de Lima, de 11 anos, crime ocorrido em Sidrolândia, a 70 quilômetros de Campo Grande.

Após a prisão em flagrante de Ivan, a defesa tenta alegar insanidade mental do réu. Ele está preso desde o dia do crime e foi feito pedido de liberdade provisória, que foi negado. O processo corre em segredo de justiça e não há outros detalhes sobre o andamento. Ivan ainda não foi julgado, mas já passou por audiência por videoconferência.

Relembre o caso

Segundo apontado na do MPMS (Ministério Público de ), Ivan teria assassinado o garoto após convidar a mãe e o outro irmão para caçar jacaré em uma fazenda. Entretanto, em determinado momento na volta para casa, o autor teria pedido para a criança ajoelhar e rezar o “Pai Nosso” e ao final da oração, Ivan ainda xingou Luiz Otávio.

Durante o trajeto, o menino ainda tentou alcançar seu irmão que estava à frente, mas foi impedido pelo acusado, que disparou e feriu o menino com um tiro na barriga. O garoto foi socorrido ainda com vida, mas faleceu a caminho do hospital. Ivan foi preso em flagrante.

O crime teria sido cometido por questões de vingança contra a mãe da criança, que supostamente, teria denunciado Ivan por violência doméstica em 2018. Por conta da denúncia, ele teria sido preso na época.

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Imagens, que são atribuídas ao conflito, mostram uma pessoa no chão e tiros disparados por policiais

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