Polícia

Com uso de dinamite em gel, PCC planejava explodir presídio paraguaio

O diretor do Cereso (Centro de Reabilitação Social de Itapúa), no Paraguai, Víctor Servían, seria alvo de um suposto ataque de presidiários de facções criminosas como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e de outros criminosos, alguns deles brasileiros,  que atuam no presídio paraguaio. Ação foi desarticulada pela polícia com apreensão de um carregamento de […]

Marcos Morandi Publicado em 15/12/2020, às 07h03

PCC planeja explodir presídio paraguaio. (Foto: Antonio Rolin)
PCC planeja explodir presídio paraguaio. (Foto: Antonio Rolin) - PCC planeja explodir presídio paraguaio. (Foto: Antonio Rolin)

O diretor do Cereso (Centro de Reabilitação Social de Itapúa), no Paraguai, Víctor Servían, seria alvo de um suposto ataque de presidiários de facções criminosas como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e de outros criminosos, alguns deles brasileiros,  que atuam no presídio paraguaio.

Ação foi desarticulada pela polícia com apreensão de um carregamento de dinamite em gel encontrado em ônibus de viagem, durante operação realizada no mês passado, conforme relatórios da inteligência penitenciária entregues às autoridades policiais e ao Ministério da Justiça.

Segundo informações das autoridades paraguaias, o integrante do PCC, Julio César Romero, considerado o número três da facção que coordena as ações criminosas no Cereso, e outras organizações, que provocar uma fuga em massa. Ele contava, segundo o Última Hora, com o apoio da rede de chamadas de extorsão liderada pelos presidiários Armando Lezcano e Tomás Sosa do presídio de Itapuá.

Após obter informações sigilosas, Tomás Sosa, considerado o líder do clã dos extorsionários, foi transferido para a prisão missionária, enquanto seu parceiro Armando Lezcano (natural do prefeito Otaño, condenado por tráfico de drogas, foi transferido para a prisão de Ciudad del Este.

Jornal Midiamax