Presos negam que mataram viciado que roubou pedra de crack e reclamam de tortura

Estão sendo julgados nesta quinta-feira (8), em Campo Grande, pelo assassinato de Vanderson Martins de Freitas, de 38 anos, o ‘Paulista’, morto a golpes de faca, panela, além de asfixia, em dezembro de 2015, no bairro Oliveira, Gilson da Silva Silvestre, o ‘Dida’, e Danilo Lopes Gonçalves. Durante o depoimento nesta quarta (8), Danilo negou […]
| 08/08/2019
- 13:31
(Marcos Ermínio
(Marcos Ermínio - (Marcos Ermínio

Estão sendo julgados nesta quinta-feira (8), em Campo Grande, pelo assassinato de Vanderson Martins de Freitas, de 38 anos, o ‘Paulista’, morto a golpes de faca, panela, além de asfixia, em dezembro de 2015, no , Gilson da Silva Silvestre, o ‘Dida’, e Danilo Lopes Gonçalves.

Durante o depoimento nesta quarta (8), Danilo negou o crime e disse que havia ido a uma festa e quando voltava para casa passou na residência de Vanderson, mas não o encontrou, então, foi dormir. Ele disse não saber os motivos pelos quais Gilson teria dito que ele havia participado do assassinato.

Danilo ainda disse que foi obrigado a assinar seu depoimento, na delegacia depois de ser agredido pelos policiais. O adolescente que foi apreendido na época do crime também teria negado a participação de Danilo no crime.

Gilson que tem passagens por roubo e , sendo condenado por este último crime negou também participação no assassinato de ‘Paulista’.  Ele também afirmou me depoimento nesta quinta (8) ter sido torturado pelos policiais para assinar seu depoimento, na época.

No dia do assassinato disse ter ouvido gritos vindos da casa de Vanderson, mas não sabia o que estava acontecendo. Vanderson foi morto depois de passar no ponto de venda de drogas e se aproveitar do momento em que os fornecedores do entorpecente cortavam um tablete de crack em pedras menores, roubando uma pedra e fugir.

Os três suspeitos discutiram com Vanderson e o agrediram com paneladas, facadas, asfixiaram a vítima com uma camiseta, a amarraram com um fio e enrolaram o homem, já morto, em um cobertor. Ainda segundo a polícia, os criminosos usaram um carrinho de mão para levar a vítima a aproximadamente 100 metros do local do crime, e desovaram o corpo.

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