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Polícia Federal deixa empresa de engenharia com malotes e malas

Agentes da Polícia Federal deixaram a sede da empresa Queiroz Engenharia, no bairro Carandá Bosque, em Campo Grande, com malotes, malas e mochilas de documentos apreendidos durante a deflagração da Operação Nota Zero, na manhã desta quarta-feira (8). Na saída da empresa, os agentes não falaram com a imprensa. Eles carregavam uma mala, malote, uma […]

Thatiana Melo Publicado em 08/05/2019, às 09h35

Foto: Minamar Júnior
Foto: Minamar Júnior - Foto: Minamar Júnior

Agentes da Polícia Federal deixaram a sede da empresa Queiroz Engenharia, no bairro Carandá Bosque, em Campo Grande, com malotes, malas e mochilas de documentos apreendidos durante a deflagração da Operação Nota Zero, na manhã desta quarta-feira (8).

Na saída da empresa, os agentes não falaram com a imprensa. Eles carregavam uma mala, malote, uma pasta e uma mochila.12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos tanto na empresa, como também na SED (Secretaria Estadual de Educação).

A Queiroz PS Engenharia Eireli-ME, alvo de buscas realizou reformas milionárias de escolas estaduais nas cidades de Jardim e Guia Lopes da Laguna, segundo levantamento de dados do Portal da Transparência do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. Ao todo, a administração estadual mantém R$ 7.873.019,32 empenhados com a empreiteira.

As suspeitas da Polícia Federal são sobre a reforma da Escola Estadual Cel. Pedro José Rufino, no município de Jardim. A Concorrência Nº: 001/2016-GLI/SED foi assinada em 23 de setembro de 2016 pela SED, pelo valor de R$ 2.285.941,45.

Segundo informações da CGU, foi constatada a prática ilícita envolvendo oito processos licitatórios abertos pela SED: uma Concorrência no valor de R$ 2.285.941,45 e outras sete Tomadas de Preços, que totalizam R$ 7.347.785,17. 55 policiais participam da operação, além de oito servidores da CGU (Controladoria Geral da União).

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