Polícia

Último do bando que explodiu banco em MS é morto em confronto com polícia

Assalto ao banco aconteceu em abril de 2016

Thatiana Melo Publicado em 26/06/2017, às 12h51

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Assalto ao banco aconteceu em abril de 2016

Morreu em uma troca de tiros com policiais no estado do Pará, neste domingo (25), o último integrante da quadrilha que explodiu uma agência bancária do Banco do Brasil, em abril de 2016. Marcelo Valdir Fabriciano Duque de 33 anos, conhecido como ‘Tarzan’ ou ‘Xita’.

Durante cumprimento de mandados de prisão contra assaltantes que roubaram um banco, na cidade de Gurupi, no dia 11 de junho,  Marcelo entrou em confronto com os policiais quando teve troca de tiros e ele foi ferido, sendo levado para o hospital, mas não resistiu e morreu, segundo o site Coxim Agora.

‘Tarzan’ era o último integrante da quadrilha ao assalto ao banco que estava solto. No dia 23 de maio deste ano, Ronalth Correia Coelho suspeito de ser um dos chefes da quadrilha que explodiu e furtou a agência bancária  morreu em uma troca de tiros com a polícia, no estado do Maranhão.

Ele morreu quando tentava resgatar presos do estabelecimento penal. Os detentos que tentava resgatar faziam parte da quadrilha interestadual de roubos a bancos. Sete presos seriam resgatados sendo que seis homens foram mortos durante o confronto, entre eles Ronalth. Um grupo armado com fuzis explodiu o muro do estabelecimento penal e atiraram contra agentes penitenciários, e 32 internos conseguiram fugir, sendo que 9 já foram recapturados.Último do bando que explodiu banco em MS é morto em confronto com polícia

O roubo ao banco

Em abril de 2016, grupo fortemente armado explodiu a agência do Banco do Brasil em Sonora. Além de explodir o banco, membros da quadrilha permaneceram na frente da delegacia da cidade, além do batalhão da Polícia Militar, atirando a todo o momento para evitar que os agentes conseguissem sair.

O banco foi totalmente destruído. O teto do banco desabou, paredes caíram e toda a estrutura foi abalada. O bando explodiu não só os caixas eletrônicos, mas também o cofre principal.

Durante a ação, uma pessoa foi atingida por um tiro na perna, mas recebeu atendimento e teve o projétil, que chegou a ficar alojado. Dois meses e meio depois, parte da quadrilha foi apresentada pelo Garras (Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros).

Jornal Midiamax