Polícia

Vigilante algemava neta da mulher e usava revólver durante abusos

Suspeito exibia vídeo próprio com outras crianças

Midiamax Publicado em 29/04/2015, às 13h04

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Suspeito exibia vídeo próprio com outras crianças

Por dois anos, uma criança foi algemada para ser abusava em Campo Grande. O responsável pelo crime de estupro de vulnerável era o vigilante de 56 anos, que não teve o nome divulgado. A menina, que hoje tem 9 anos, revelou em depoimento que o marido da avó também apontava a arma de fogo para ela durante o ato sexual.

Quando a avó saía de casa, a menina era levada para a cama e algemada. Em seguida, o suspeito colocava vídeos pornográficos para que ambos pudessem assistir. A criança disse que nas imagens o vigilante aparecia abusando de outras crianças.

Segundo ela, ele apontava a arma para o pescoço dela e mandava que ficasse quieta e o obedecesse. A menina afirmou que foram praticados sexo oral, anal e a conjunção carnal. A criança que já está sendo assistida, também passou por exames de corpo de delito para comprovar o depoimento.

O caso está sob a responsabilidade da delegada adjunta Cláudia Angélica Gerei da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente), que informou que na terça-feira (28), o suspeito foi preso e prestou esclarecimentos sobre o caso. “A princípio ele disse que dava apenas beijos no rosto da criança a pedido da própria avó, que era a companheira dele”, comentou para a equipe do Jornal Midiamax.

Já no depoimento de ontem, depois de ser confrontado com as denúncias da criança, o suspeito disse que além dos beijos, também acariciava a menina e passava a mão no órgão genital dela. O suspeito continua em uma das celas da Depca.

Ontem, os policiais daquela unidade fizeram busca na casa do suspeito que mora no Bairro Nova Lima, norte de Campo Grande, onde trabalha como vigilante de um terreno.

No imóvel dele foram localizados vídeos pornográficos, porém em nenhum havia o suspeito com crianças. Além de 11 munições de calibre 38 que foram apreendidas, fato que ele também deve responder por posse de munições.

Jornal Midiamax