Polícia

Al Qaeda reivindica ação em prisões no Iraque, diz que 500 presos foram soltos

A Al Qaeda assumiu a responsabilidade por ataques simultâneos realizados em duas prisões iraquianas e disse que mais de 500 presos foram libertados, em uma declaração publicada em fóruns de militantes na Internet nesta terça-feira. O Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que foi formado no início deste ano através de uma fusão entre […]

Arquivo Publicado em 23/07/2013, às 10h59

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A Al Qaeda assumiu a responsabilidade por ataques simultâneos realizados em duas prisões iraquianas e disse que mais de 500 presos foram libertados, em uma declaração publicada em fóruns de militantes na Internet nesta terça-feira.


O Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que foi formado no início deste ano através de uma fusão entre as filiais da Al Qaeda na Síria e no Iraque, disse que havia realizado os ataques nas prisões de Abu Ghraib e Taji após meses de preparação.


Os ataques de segunda-feira aconteceram exatamente um ano depois de o líder do braço iraquiano da Al Qaeda, Abu Bakr al-Baghdadi, ter lançado uma campanha chamada “Quebrando os Muros”, que fez da libertação de membros presos a maior prioridade do grupo.


Militantes sunitas nos últimos meses recuperaram a força de sua insurgência contra o governo xiita do Iraque, que chegou ao poder após a invasão dos EUA para derrubar Saddam Hussein.


“Em resposta ao apelo do mujahid (guerreiro sagrado) xeique Abu Bakr al-Baghdadi para selar o bendito plano “Quebrando os Muros”… as brigadas mujahideen partiram após meses de preparação e planejamento para o destino de duas das maiores prisões do governo safavida”, disse a declaração.


Safavida é uma referência à dinastia que governou o Irã entre os séculos 16 a 18. O termo é usado por sunitas radicais como uma forma depreciativa dos muçulmanos xiitas.

Jornal Midiamax