Magnata busca confiança dos evangélicos, maioria no estado

O pré-candidato republicano tem um novo desafio para afirmar seu favoritismo nas prévias do partido. Ele pode precisar convencer os eleitores evangélicos do estado de Indiana, onde o Partido Republicano tradicionalmente vence.

O magnata de 69 anos desagradou a população evangélica mais conservadora ao adotar uma nova postura em relação a clínicas de planejamento familiar e aos direitos da população LGBT. No estado de Indiana, os setores mais conservadores das denominações evangélicas representam grande parte do eleitorado.

Na última pesquisa da NBC, Wall Street Journal e Marist, Trump aparece à frente em Indiana, com 49% das intenções de voto, sendo seguido por 34% do senador texano Ted Cruz, e 13% do governador de Ohio, John Kasich. Uma vitória do empresário pode ser decisiva para sua indicação, mas uma derrota pode significar que ele não é popular entre os evangélicos.

Há o temor, entre republicanos, de que muitos cristãos conservadores não compareçam às votações nas eleições de 8 de novembro, o que pode facilitar a vitória dos democratas. “O medo é que muitos deles fiquem em casa”, disse o ativista evangélico Bob Vander Plaats. “Você não vence sem sua base”, conclui.